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Reunião na Câmara alerta para dengue em Toledo

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Secretária da Saúde, Gabriela Kucharski, trouxe dados atualizados sobre a doença

Uma reunião na Câmara de Toledo na segunda-feira (22), alertou para os dados de infestação do mosquito Aedes aegypti e o risco de uma epidemia de dengue no município. O encontro no Plenário e Auditório Edílio Ferreira contou com a secretária da Saúde, Gabriela Kucharski, além da diretora do Departamento de Vigilância em Saúde, Juliana Beux Konno.

Em pauta, dados que se assemelham aos do ano epidemiológico que antecedeu a pandemia, quando a doença atingiu fortemente Toledo. Na época, em 2020/2021, haviam 252 notificações e 115 casos confirmados, e atualmente Toledo tem 757 notificações e 128 casos confirmados até a última sexta-feira (20), informou a secretária aos vereadores.

A reunião contou também a presença dos vereadores, Dudu Barbosa, Pedro Varela, Leoclides Bisognin, Chumbinho Silva, Geraldo Weisheimer, Genivaldo Jesus, Beto Scain, Jozimar Polasso, Valdir Rossetto, Gabriel Baierle e Marly Zanete, os quais devem multiplicar as informações sobre a dengue.

A secretária alertou que pelas condições climáticas, com dias muito quentes com chuvas esparsas, o clima é muito propício à proliferação do mosquito. Também respondeu aos vereadores quanto à possibilidade de uso do fumacê dizendo que não é adequado ambientalmente, que atinge o mosquito e não as larvas e afeta diversos outros insetos e animais.

Vereadores participam da reunião na Câmara. Foto: Francieli Baumgarten

Números, ações e apoio de empresas

O esforço contra a dengue utiliza bloqueios com bomba costal onde há casos notificados, segundo a secretária. Ela lembrou também que uma pandemia atinge as empresas, pois a dengue afasta colaboradores que se afastam de suas atividades por dias, devido aos sintomas da doença.

É necessário o apoio das entidades organizadas de Toledo quanto ao tema. Neste sentido Toledo deve antecipar o Programa Agente Mirim aprovado na Câmara, para envolver estudantes da rede municipal contra a doença. 

“Se não houver uma ação representativa já em janeiro o cenário poderá se tornar o pior dos últimos cinco a seis anos em Toledo, com sobrecarga absurda do sistema de saúde”, disse Gabriela. Segundo ela, esta é a razão de buscar os vereadores e a Câmara de Toledo, pois mobilizar a população é a melhor ação para enfrentar o quadro que se desenha no município.

Na região mais atingida hoje, nos bairros América e Europa, a UBS já suspendeu alguns atendimentos para dar conta da demanda de pacientes e embora historicamente a dengue tenha seus piores momentos nos meses de março e abril, já se observa em janeiro comportamento preocupante da doença, que levou Toledo a ser incluído na lista de 77 municípios do Paraná em alerta para a dengue pela Secretaria Estadual da Saúde.

Dra. Gabriela Kucharski na reunão na Câmara. Foto: Francieli Baumgarten

Fonte: Departamento de Comunicação da Câmara Municipal de Toledo

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