Uma chance que apenas um ser humano pode oferecer para o outro. Que a doção de sangue salva vidas todos sabem, mas que os estoques nem sempre dão conta da demanda e que muitas vezes é necessário um grande esforço para manter o estoque, poucos entendem.  A vereadora Olinda Fiorentin usou a tribuna na última segunda-feira (22) para pedir providências já que a Unidade de Coleta de Toledo recebe doadores de várias cidades. Um requerimento assinado por todos os vereadores também encaminhado para o Ciscopar.

A vereadora lembrou que o atendimento da unidade está reduzido pela falta de equipe médica. “O problema já existia, mas depois da pandemia complicou-se ainda mais. Temos médicos no grupo de risco e isso faz com que o déficit seja ainda maior e que o impacto no estoque seja sentido com mais intensidade”, afirma a vereadora Olinda Fiorentin.

Olinda Fiorentin foi procurada por membros da comunidade e de outras cidades que atuam como multiplicadores na doação de sangue. “Muitas cidades colocam transporte para que seus moradores façam a doação em Toledo, reconhecendo a importância da atitude e também o trabalho dos que mobilizam os amigos e conhecidos para este ato nobre”, acrescenta Olinda. 

O requerimento que foi proposto por Olinda Fiorentin e assinado pelos demais vereadores, pede por uma solução comum entre às cidades que compõem o Consórcio Intermunicipal de Saúde. “A grande intenção do consórcio é resolver os problemas de forma conjunta e com menor impacto financeiro para os municípios, porém temos que nos atentar também em resolver essas fragilidades. Sangue é essencial e decisivo em diversos tratamentos de saúde. Em um tempo de tanta dor e desalento, não podemos pecar em situações simples que podem ser resolvidas com um pouco mais de esforço de cada um dos participantes”, declara.

Olinda espera que a solução definitiva chegue o mais rápido possível. “Temos um lindo e expressivo histórico de arrecadação em Toledo. Isso é fruto de uma equipe empenhada e uma população disposta em fazer sempre o melhor pelo próximo. Não podemos deixar que um trabalho que envolve tanta sensibilização e convencimento seja desarticulado pela falta de profissionais”, declarou Olinda.