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Após baixa adesão na 1ª fase, vacinação contra a Influenza chega aos idosos

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Toledo deu início nesta terça-feira (11) à segunda fase da 23ª Campanha Nacional de Vacinação contra a Influenza com a esperança de resultados melhores que na etapa anterior. De 12 de abril até o momento, 8.700 doses (17,6% das quase 50 mil destinadas para o município) do imunizante que previne contra os tipos de gripe mais graves e comuns no Brasil –  “A” (H1N1 e H3N2), “B” e sazonais – foram aplicadas em Toledo, atingindo 55% da meta prevista para gestantes, 52% das mães de recém-nascidos (puérperas) com até 45 dias de vida, 41% dos trabalhadores da saúde e 61% das crianças com idade entre 6 meses e 5 anos, 11 meses e 29 dias.

Além dos públicos que integram a primeira fase, a segunda etapa da campanha vacinará pessoas com mais de 60 anos e professores, que poderão receber, durante o horário de funcionamento, sua dose na unidade de saúde mais próxima de casa – exceto as do Bressan/Cezar Park e Concórdia, que estão temporariamente desativadas, ou as do Cosmos e Panorama, que atendem exclusivamente pacientes com sintomas de Covid-19. “É importante destacar que idosos que tenham recebido a primeira ou segunda dose do imunizante contra a Covid-19 devem esperar ao menos 14 dias para serem vacinados contra a Influenza”, alerta a enfermeira da Vigilância Epidemiológica, Cleunice Sarturi. “Para os idosos, basta levar o cartão de vacinação e documentos pessoais. Quanto aos professores, é obrigatório que eles também tenham em mãos uma declaração do local de trabalho que comprove o exercício profissional”, observa.

Baixa adesão

Sobre a baixa cobertura vacinal nos grupos da primeira fase da Campanha Nacional de Vacinação Contra a Influenza, a enfermeira pondera sobre a situação de profissionais de saúde, gestantes e puérperas, mas demonstra muita preocupação sobre a situação das crianças. “Uma campanha bem-sucedida é aquela que atinge entre 90% e 95% do público-alvo. Contudo, imaginamos que os trabalhadores de clínicas, hospitais e afins receberam recentemente a segunda dose da vacina contra a Covid-19 e esperam cumprir o prazo para também serem imunizados contra a Influenza. Gestantes e puérperas são um público volátil, pois se tratam de mulheres que não se encontram assim todos os anos, razão pela qual dificilmente atingimos os índices almejados. Mas a situação das crianças é bem preocupante, pois desde 2019 não batemos a meta e este é um problema existente em todo o Brasil”, pontua.

Cleunice entende que muitos fatores explicam essa baixa cobertura da vacina contra a gripe entre as crianças. “Existem muitas fake news que circulam por aí, sobretudo em redes sociais, trazendo inverdades sobre uma substância segura e eficaz, aplicada no Brasil há 23 anos com resultados importantes, reduzindo significativamente o número de internações hospitalares por problemas respiratórios. Infelizmente, muitos pais veem essa propaganda enganosa e preferem acreditar no erro e colocam em risca a vida de seus filhos”, adverte. “Contudo, como a dose contra a Influenza não é obrigatória em crianças, ao contrário de outros imunizantes do calendário nacional de vacinação, não podemos fazer nada a respeito, mas é uma lástima ver que muitas crianças estão sendo privadas de serem protegidas contra a gripe”, lamenta.

Fonte: Secretaria Municipal de Comunicação

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