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Sem novidades, Hospital Regional precisa de empenho, união e responsabilidade

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A obra que não teve praticamente nenhuma evolução nos últimos meses. Foto: Reprodução

Nenhuma novidade e um enorme desafio para os gestores. Uma cópia do projeto rasgada na parede retrata o que foi a história até agora. A constatação é da vereadora Olinda Fiorentin, que junto com os demais vereadores visitou a obra no último dia 11. A obra que não teve praticamente nenhuma evolução nos últimos meses, conta apenas sete trabalhadores que dificilmente darão conta de ressuscitar em tempo o gigante. Os passos da obra são lentos, como tudo que foi realizado até o momento. Depois de mais de 15 anos, a população ainda não conseguiu ser atendida e a obra já provocou imensos prejuízos para a saúde pública de toda região.

Vereadora Olinda Fiorentin em visita às obras do Hospital Regional. Foto: Divulgação

“Entrei no Hospital Regional com a mesma preocupação e tristeza das outras vezes. O exemplo exato do que devemos combater e não aceitar nas obras públicas. A esperança é que a fiscalização reforce a responsabilidade de todos os gestores que não podem de maneira nenhuma desistir de entregar para nossa população o que é nosso por direito”, afirmou Olinda Fiorentin, que sempre acompanhou de forma muito próxima o HR.

Olinda declarou que segue disponível para somar forças para a resolução do problema e dos desafios que cercam a conclusão e a manutenção do HR. “Além do esforço, temos um instrumento forte que é a fiscalização e que não ficará em segundo plano. De um lado o empenho e a força política e do outro lado os olhos sempre atentos para que mesmo depois de tantos erros e irresponsabilidades possamos resgatar a dignidade do investimento público”, declarou.

“Eu trabalho todos os dias para que um dia possa entrar neste Hospital sem a dor do abandono e o peso de todas às vidas que ele poderia ter salvo, em especial em um tempo de pandemia e insegurança para todo o mundo”, contou Olinda.

O próprio Hospital Regional foi uma das obras que inspirou a vereadora na criação da Lei 130/2017 que proíbe a inauguração de Obras Públicas inacabadas em Toledo. “Quando eu defendi essa lei o desejo do meu coração é que a população da minha cidade jamais passe por uma situação desta outra vez. Um erro que precisa ser reparado com atitudes coerentes, união, fiscalização e muita responsabilidade. Minha esperança mora em tratativas sérias e união de esforços, finalizou.

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