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MST invade fazenda tradicional no RS e gera preocupação entre produtores

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Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Uma nota de repúdio foi emitida pela ANC – Associação Nacional de Criadores Herd Book Collares – na tarde desta terça-feira (3), depois que o MST invadiu uma propriedade rural produtiva no município de Pedras Altas, no sul do Rio Grande do Sul.

Veja na íntegra a nota de repúdio:

“A Associação Nacional de Criadores Herd Book Collares (ANC) vem a público expressar sua profunda preocupação e repúdio ao ocorrido na Cabanha Santa Angélica, em Pedras Altas, no sul do Rio Grande do Sul, invadida pelo Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) nesta terça-feira, 3 de dezembro de 2024.

A Cabanha Santa Angélica, fundada em 1870, é um ícone da pecuária nacional, reconhecida por sua contribuição inestimável ao aprimoramento genético das raças Hereford, Braford, ovinos Romney Marsh e cavalos Crioulos. Ao longo de sua história, tem sido uma referência para a agropecuária brasileira, cumprindo um papel essencial na promoção do desenvolvimento rural e na valorização de práticas sustentáveis.

A ANC condena qualquer ato que desrespeite o direito de propriedade, um dos pilares do desenvolvimento econômico e social no campo. Tais ações comprometem não apenas a segurança jurídica e a estabilidade do setor agropecuário, mas também desconsideram o impacto sobre as famílias que dependem diretamente dessas atividades para sua subsistência.

Reiteramos que a solução para os desafios no campo deve passar pelo respeito às leis, pela mediação construtiva e pela busca de um diálogo que considere os direitos de todas as partes envolvidas. A ANC defende, intransigentemente, a preservação das instituições democráticas como o único caminho legítimo para resolver conflitos.

Nos solidarizamos com os proprietários e colaboradores da Cabanha Santa Angélica, cuja dedicação e excelência representam um orgulho para a agropecuária brasileira. É imprescindível que as autoridades atuem com rigor para restabelecer a ordem, proteger os direitos constitucionais e assegurar a continuidade do trabalho realizado por este patrimônio do agronegócio nacional.

A ANC reafirma seu compromisso com a promoção de um campo produtivo, sustentável e respeitoso das tradições e dos valores que sustentam o progresso do Brasil”.

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