A noite de Réveillon em Toledo teve como cenário novamente o Parque Ecológico Diva Paim Barth, que se transformou em um grande ponto de encontro de famílias, jovens e visitantes para celebrar a chegada de 2026. Estimativas apontam que entre 40 e 50 mil pessoas ocuparam os espaços do parque e seu entorno, em um clima de confraternização e expectativa pelo novo ano.
Pouco antes da meia-noite, o movimento já era intenso. Crianças com brinquedos luminosos, casais à beira do lago, grupos de amigos espalhados pelas áreas verdes e famílias reunidas aguardavam a contagem regressiva. Quando o relógio marcou o início de 2026, o céu se iluminou: um show de pirotecnia com cerca de 15 minutos coloriu o parque e arrancou aplausos e olhares emocionados.
A queima de fogos, um dos momentos mais aguardados da noite, refletiu sobre o espelho d’água da península e reforçou o protagonismo do Diva Paim Barth como cartão-postal e espaço de convivência da cidade.
Ao longo da programação, o prefeito Mario Costenaro agradeceu o trabalho das equipes envolvidas na organização do evento e destacou o empenho dos servidores municipais. Ele fez referência especial à Secretaria de Desenvolvimento Econômico, representada pelo secretário Thiago Darisbo e pelo diretor Rodrigo de Souza, responsáveis pela coordenação das ações. Em sua mensagem, o prefeito desejou aos toledanos e visitantes “um 2026 de paz, prosperidade e novas oportunidades para a cidade”.
O vice-prefeito Lúcio de Marchi também se dirigiu ao público, reforçando o sentimento de união e esperança para o novo ciclo que se inicia. Já o deputado federal Dilceu Sperafico destacou a importância do momento coletivo e desejou saúde, paz e prosperidade às famílias do município. O presidente da Câmara de Vereadores, por sua vez, agradeceu a participação da comunidade e ressaltou o valor do evento como demonstração de convivência social e fortalecimento dos espaços públicos.
A festa transcorreu em clima de tranquilidade e celebração, consolidando o Réveillon do Parque Diva Paim Barth como uma das principais referências festivas de Toledo e um marco simbólico para a abertura de 2026.
Beto Lunitti fora de risco e sem necessidade de UTI

Após a publicação da última coluna do ano de 2025, a assessoria do ex-prefeito Beto Lunitti — e o próprio Beto — informaram que não houve necessidade de internação em UTI durante o atendimento médico recente aqui Em Toledo.
Beto relatou que sofreu uma oclusão intestinal, situação que gerou preocupação inicial, mas foi resolvida com tratamento clínico e acompanhamento fisioterapêutico, sem intervenção cirúrgica.
Beto, enviou a seguinte mensagem a esse jornalista, nesta terça-feira (31) último dia do ano:
“Sofri uma oclusão intestinal — susto! Mas tudo passou. Resolvido com ações clínicas e fisioterapeutas. Nada de procedimentos mais severos (sem UTI, sem cirurgia). Estou muito bem, pronto para ir para casa.”
Segundo a equipe médica, o quadro evoluiu de forma positiva e Beto já se recupera bem.
De surpresa: Últimas visitas do ano — novos tempos na comunicação
Mesmo sem a conclusão total das instalações da Gazeta de Toledo no novo endereço, recebemos — nas últimas horas de 2025 — o prefeito Mario Costenaro e o vice-prefeito, que foram conhecer a futura sede do jornal, localizada na Rua Princesa Isabel, 85 — Jardim Gisela.
O espaço foi pensado para ampliar a capacidade de produção e dar suporte aos novos projetos e formatos interativos que estreiam em 2026. O objetivo é claro: mais conteúdo, mais inovação e resultados ainda mais consistentes na comunicação pública e comunitária.

Vereador sempre presente
Quem também fez questão de registrar presença foi o vereador Professor Oséias, que visitou o novo ambiente, conversou com a equipe e desejou um ano de ainda mais conquistas para o jornal e para a cidade. A visita reforça o diálogo institucional que marca o início deste novo ciclo.

Área econômica em pauta
O diretor de Indústria e Comércio, Rodrigo Souza, que assume a pasta interinamente dia 05 de janeiro, e o diretor do SINE, Vanderley Timóteo, também passaram pela futura sede da Gazeta. Além de desejar sucesso à equipe, aproveitaram para trocar impressões sobre os projetos previstos para fortalecer a economia local e o mercado de trabalho em 2026.

E vem mais por aí…
O ano começa com novas estruturas, novos programas e uma certeza: a Gazeta como sempre sendo a pioneira, segue evoluindo para consolidar um modelo de comunicação moderna, interativa e comprometida com resultados.
Aguardem. 2026 promete.
Já, no começo do ano, um manual do cargo frágil: como se ofender na primeira crítica
Há gestores públicos que tratam crítica como tempestade — quando, na verdade, é só um vento leve de realidade. Basta alguém questionar um contrato, um atraso, um erro evidente… e pronto: a sensibilidade institucional vira espetáculo.
Curioso é que muitos desses “ofendidos profissionais” não perdem tempo com debate sério. Ignoram dados, ignoram análises, ignoram quem estuda, investiga e sabe o que está dizendo. Mas basta um perfil de fofoca publicar meia frase fora de contexto e lá estão eles — indignados, posando de vítimas do universo.
É a era do gestor que responde ao eco e ignora a voz.
Críticas vazias, sem apuração, sem fonte, sem compromisso público — servem apenas para gerar cliques. E, ainda assim, tem autoridade que insiste em oferecer palco. É como se a maturidade viesse com crachá… mas o bom senso tivesse ficado na recepção.
Agora, quando a crítica vem de quem tem formação, método, credibilidade e responsabilidade, o comportamento esperado seria simples: ouvir, avaliar, responder — e, se necessário, corrigir.
E que fique como lembrete para 2026: aos secretários que permanecem no comando de suas secretarias, que sejam seletivos naquilo que escolhem ouvir — e naquilo que escolhem ignorar. Informação séria se busca em canais com credibilidade, apuração e responsabilidade pública. O resto é ruído para consumo rápido.
Porque, diante de cada boato de corredor, cada “denúncia” de portal de fofoca ou narrativa feita para gerar cliques, a resposta mais inteligente é simples, direta — e pedagógica:
“Não sei de onde saiu isso. Só pode ser mais uma fantasia da oposição, contra o nosso trabalho. Eu prefiro me basear em informações sérias, não em fofoca.”
Quem está no serviço público precisa escolher:
ou governa com fatos,
ou vive reagindo a ecos de irrelevância.
E maturidade institucional, em 2026, não será um luxo — será um requisito mínimo.
Mas isso exige preparo. E preparo não se compra junto com o cargo.
Ocupante de função pública precisa decidir de que lado quer estar: do lado de quem trabalha com fatos ou do lado de quem vive de barulho.
Porque quem teme crítica qualificada revela insegurança.
E quem briga com ruído mostra falta de grandeza.
No serviço público, não é o grito que preocupa — é o silêncio diante do que importa.
CAGED — saldo positivo no ano, recuo pontual em novembro.
Mesmo com o saldo negativo de 12 vagas em novembro, Toledo mantém um desempenho expressivo no acumulado de janeiro a novembro, com 4.848 empregos formais a mais, figurando entre os melhores resultados per capita entre cidades acima de 100 mil habitantes. A leitura técnica confirma: o recuo mensal é pontual — o movimento estrutural do mercado de trabalho segue positivo.
Desenvolvimento Econômico — Funtec volta ao eixo técnico
O resgate da Funtec vem sendo tratado como um dos movimentos institucionais mais relevantes da gestão. A substituição do modelo político por uma condução técnica reposiciona a fundação no eixo de inovação, pesquisa aplicada e suporte a setores produtivos. A expectativa é que a nova estrutura gere maior integração com empresas, universidades e linhas de crédito para inovação.
Aeroporto — reestruturação como vetor logístico e estratégico
A reestruturação do Aeroporto Luís Dalcanale Filho deixa de ser pauta secundária e passa a integrar o planejamento de logística e desenvolvimento econômico do município. O debate agora envolve adequações operacionais, expansão de uso e fortalecimento do modal regional, alinhando infraestrutura e competitividade produtiva.
Meio Ambiente — transição técnica no licenciamento
A bióloga Liliane Dória Rodrigues, diretora de Licenciamento Ambiental, assume interinamente a Secretaria do Meio Ambiente. A transição ocorre com foco na continuidade técnica dos processos de licenciamento, desburocratização responsável e equilíbrio entre expansão econômica e conformidade ambiental.
Governo em modo ajuste fino
Os movimentos recentes revelam uma gestão voltada à correção de estruturas, priorizando técnica sobre improviso:
– mercado de trabalho com base sólida,
– Funtec alinhada à inovação,
– aeroporto inserido na estratégia logística,
– meio ambiente com condução técnica.
Mais do que números, o cenário aponta para governança institucional como ativo de desenvolvimento.





