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Empresa instalada no Biopark desenvolve expertise para inclusão de novos produtos no mercado agrícola

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Em pouco mais de um ano de atuação, a empresa Biogenesis, agritech  residente no Biopark, contribuiu para aproximadamente 60 registros de produtos aplicados no agronegócio em órgãos como o MAPA – Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, a ANVISA – Agência Nacional de Vigilância Sanitária e o IBAMA – Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis. 

Além de cuidar de toda a parte burocrática, a empresa realiza testes em laboratórios ou a campo com apoio de pesquisadores em diferentes estados. Entre os clientes atendidos estão industrias de fertilizantes que querem analisar o quanto o produto tem de potencial no desenvolvimento vegetal, ou fabricantes de inoculantes que precisam realizar estudo de eficiência agronômica, além de alguns Centros de Pesquisas. 

O fato de estar inserida dentro do Biopark também tem colaborado para que a Biogenesis traga contribuições para outras empresas residentes no Ecossistema, como a também residente Bio Hanush, de Marechal Cândido Rondon. Com o trabalho em conjunto foi possível registrar o estabelecimento e um fertilizante da empresa junto ao MAPA. “Nós auxiliamos na documentação e nos estudos que dão suporte aos resultados que vão ser encaminhados ao Ministério da Agricultura”, explica Jeferson Klein, fundador da Biogenesis.  

A Biogenesis também tem ajudado empresas internacionais a inserirem seus produtos no Brasil. Como é o caso da residente Biosamer, fabricante de probióticos e que está recebendo o apoio para registro do estabelecimento junto ao MAPA e na pesquisa de novos produtos para inserção no mercado brasileiro. 

Além desse trabalho, a empresa também atua com consultoria, ensaios de campo e laboratório e também desenvolve projetos próprios ou de terceiros na busca por editais de fomento. Um dos casos mais recentes é com a empresa Metalfen, de Jesuítas, que está desenvolvendo um trabalho inédito na elaboração de uma mini-indústria que utiliza biomassa como fertilizantes orgânicos e conseguiu um aporte de mais de R$ 270 mil através de edital de fomento. “Nesse caso, o edital vai viabilizar os recursos necessário para o desenvolvimento de toda a tecnologia”, acrescenta Jeferson. 

No início de dezembro, a empresa recebeu o selo Biopark e foi destaque com maior taxa de crescimento durante o ano de 2021 entre as empresas residentes no Parque. “Estar inseridos nesse Ecossistema tem trazido grandes contribuições para o nosso crescimento, seja no contato com possíveis clientes, como todo o suporte que o Biopark oferece para a nossa empresa crescer”, acrescenta Jeferson.

Fonte: Assessoria de Comunicação do Biopark

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