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De volta ao fim da linha: professor toledano retorna ao campo de refugiados no Malawi

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O professor Sadi Nunes, diretor do Colégio Estadual Civico-Militar Novo Horizonte, de Toledo, viaja novamente para o Malawi, na África, integrando a 2ª Caravana Pedagógica, promovida pela organização humanitária Fraternidade sem Fronteiras. Em 2023 o professor já esteve no campo de refugiados no pais africano e vai repetir a experiência humanitária na area educacional.

>> Relembra a primeira viagem em Professor da rede estadual, de Toledo, participa de missão humanitária no Malawi

Será um novo período de quinze dias, de 16 a 31 de julho, com atividades no campo de refugiados Dezaleka, concentradas no projeto Nação Ubuntu, mantido pela Fraternidade Sem Fronteiras, que entre outras iniciativas humanitárias, mantém a Ubuntu Nation School, uma escola com mais de 322 alunos. 

Segundo o professor, no período que vai estar no campo de refugiados, com outros 34 caravaneiros de várias regiões do país e organizadores, e organizadores, as atividades serão divididas em trabalho com as crianças e formação dos professores da escola, todos refugiados e voluntários, além de reencontrar as experiências de vida no interior do campo. Além do professor  Sadi, de Toledo, também integram a Caravana Pedagógica, as professoras Zenaide Gatti (aposentada) e Marcia Vorpagel.

O campo de refugiados Dezaleka (no idioma nacional do Malawi, “fim de linha”, por ser local onde funcionou uma prisão de onde o prisioneiro não mais retornava) existe desde 1994. De acordo com o professor de História, embora tenha sido instalado para atender um momento emergencial, de crise, para os sobreviventes do genocídio de Ruanda, hoje o campo abriga cerca de 60 mil pessoas de várias nacionalidades, como República Democrática do Congo, Burundi, Tanzânia e Etiópia, que se obrigaram a fugir dos conflitos políticos e étnicos e tentar uma vida digna no campo.

Mas de acordo com o professor Sadi, a grande maioria das crianças e jovens não tem acesso a escola, o alimento oferecido é insuficiente e não há oferta ou criação de oportunidade de trabalho, pois o governo do Malawi além de não permitir o direito ao trabalho  nçao concede cidadania nem mesmo aos nascidos no campo. Segundo o professor Sadi, o ideal da Fraternidade Sem Fronteiras  “é transformar as histórias de vida e oferecer a crianças, jovens e toda a população de mais de 60 mil refugiados e malauianos em situação de vulnerabilidade um novo modelo de vida – uma nova oportunidade, a quem o mundo deu às costas”.

Fonte: Assessoria

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