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De mãe para filho: quando o conselho impulsiona o primeiro emprego

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Foto: divulgação

Na Prati-Donaduzzi, o ambiente de trabalho também é espaço de encontro entre gerações que constroem suas carreiras

Conselho de mãe costuma acompanhar a vida inteira. Em alguns casos, também orienta os primeiros passos da carreira, seja por incentivo ou exemplo. Na Prati-Donaduzzi, mães e filhos compartilham experiências, aprendizados e constroem trajetórias que se conectam ao longo do tempo.

Esse movimento de formação e inserção de novas gerações no mercado de trabalho acompanha uma tendência nacional. Dados do Ministério do Trabalho e Emprego mostram que o Brasil alcançou, em 2025, o maior número de jovens aprendizes da história, com mais de 715 mil contratos ativos. No acumulado do ano até novembro, foram mais de 118 mil novas vagas criadas, com destaque para a indústria, que lidera a contratação desses jovens.

Prevista na Lei da Aprendizagem, a iniciativa tem justamente o propósito de conectar educação e prática profissional, oferecendo a oportunidade de iniciar sua trajetória com acompanhamento e formação adequada. Somente na Prati-Donaduzzi, em 10 anos, foram mais de 2.200 jovens profissionais inseridos no mercado de trabalho. A taxa de efetivação após o programa atualmente é de 70%.

Quando o exemplo se transforma em escolha

Entre essas histórias, a de Ana Claudia Sismer e seu filho, Matheus Sismer de Souza, traduz com sensibilidade esse encontro entre passado, presente e futuro. Há 17 anos

na empresa, Ana ingressou como auxiliar de produção. Ao longo do tempo, não apenas cresceu profissionalmente, como passou a contribuir diretamente para o desenvolvimento de outras pessoas, hoje atuando como professora na Uniprati.

Foi nesse ambiente de desafios e conquistas, compartilhados em casa, que Matheus cresceu. O que antes era apenas relato de mãe, aos poucos se transformou em referência. Há pouco mais de um mês, ele iniciou sua própria jornada na empresa como jovem aprendiz, vivendo na prática aquilo que fez parte das histórias compartilhadas pela mãe.

Para Ana, um dos momentos mais marcantes foi acompanhar o filho durante o processo seletivo. “Ver ele passando por cada etapa com responsabilidade, segurança. Foi quando percebi essa transição. Às vezes, a gente demora para enxergar, mas ali ficou muito claro o amadurecimento dele”, relembra.

Para Matheus, a experiência também tem sido especial. Trabalhar na mesma empresa permitiu enxergar a mãe sob uma nova perspectiva. “Nenhuma qualidade que eu já não tivesse percebido, mas fiquei feliz em ver o quanto ela é reconhecida dentro da empresa e o quanto se dedica ao trabalho”, afirma.

Primeiro emprego: início acompanhado de perto

Essa conexão entre trajetória consolidada e novos começos também aparece na história de Sibelle Ghedin e seu filho, Thor Eduardo Ghedin Angnes. Com mais de duas décadas de atuação na empresa, Sibelle iniciou sua jornada no estoque e, ao longo dos anos, percorreu diferentes áreas até chegar ao departamento jurídico, onde se consolidou como advogada. Uma trajetória construída passo a passo, que sempre esteve presente nas conversas dentro de casa.

Foi nesse contexto que Thor decidiu tentar uma vaga na empresa até conquistar seu espaço como jovem aprendiz. “Queria trabalhar em uma empresa renomada. Minha mãe sempre falou muito bem daqui, então foi natural querer seguir esse caminho”, conta.

No dia a dia, o vínculo entre mãe e filho ganhou uma nova camada. As conversas sobre trabalho se tornaram mais frequentes, e os conselhos passaram a transitar entre o profissional e o pessoal.

Entre os marcos dessa trajetória, um momento simbólico ficou registrado: o primeiro salário. Mais do que a conquista financeira, ele representou amadurecimento. “Ele sempre foi muito dedicado e responsável e o trabalho com certeza fortaleceu estas qualidades. Hoje, ele sabe que pode ir muito longe e que sempre estarei aqui torcendo pelo seu sucesso”, avalia Sibelle.

Valores que formam profissionais

A história de Gilian Marle Lopes Ribeiro, colaboradora do setor comercial, e seu filho, Pedro Ribeiro, é marcada pelo incentivo e pela construção de valores que se refletem dentro e fora do ambiente de trabalho.

Foi por sugestão da mãe que Pedro se inscreveu no programa de jovem aprendiz. O que começou como uma oportunidade inicial rapidamente se transformou em efetivação para o cargo de auxiliar de cobrança. Hoje, acompanham o desenvolvimento um do outro.

Para Gilian, o maior orgulho está no reconhecimento que vem de fora. “Ouvir das pessoas o quanto ele é dedicado, educado e comprometido é o que mais me marca. Isso mostra que todo o ensinamento valeu a pena. Ele não é só um bom filho, é um bom profissional, um bom homem”, afirma.

Para Pedro, o convívio no ambiente corporativo ampliou não apenas a visão sobre o trabalho, mas também sobre as relações humanas. “Aprendi a ser mais empático. Entender que cada setor tem suas demandas, seus desafios. Isso muda a forma como a gente se relaciona com as pessoas. E foi através das conversas com ela que me atentei a isso”, explica.

Cultura organizacional que conecta gerações

Essas histórias revelam um padrão: a construção de carreiras que se inspiram, se conectam e se fortalecem dentro do mesmo espaço. A conexão entre mães e filhos dentro da empresa também reflete o impacto do programa de aprendizagem na construção de trajetórias profissionais e pessoais.

Segundo a supervisora de Responsabilidade Social Corporativa, Maria Rita Pozzebon, mais do que inserir jovens no mercado de trabalho, a iniciativa fortalece vínculos e gera pertencimento. “Para muitas mães, é a tranquilidade de ver o filho em um ambiente seguro, que desenvolve valores e perspectivas de crescimento. Para a empresa, é investir no futuro e construir uma cultura mais humana, que conecta gerações”, destaca.

Fonte: Prati-Donaduzzi

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