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Brasil e Argentina estreitam relações para cooperação comercial de azeites e azeitonas de mesa

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Foto: Reprodução/SNA/Canva

O encontro também proporcionou avanços nas negociações para a associação do Brasil ao Conselho Oleícola Internacional (COI), alinhando o país às práticas internacionais já adotadas por Argentina e Uruguai

A produção global de azeite, bem como outros setores, tem sofrido os efeitos das alterações climáticas cada vez mais intensas. No Brasil, segundo maior importador de azeite do mundo, e quarto maior consumidor, o impacto é sentido no bolso, com as altas dos preços deste produto. Porém, algumas empresas têm seguido diretrizes ESG, visando contribuir para a preservação ambiental, redução das mudanças de clima e ainda no auxílio à garantia da segurança alimentar.

Produção sustentável

Como exemplo, a marca italiana de azeite Filippo Berio, tem se destacado em decorrência de seus investimentos expressivos em práticas agrícolas sustentáveis.

O country manager Brasil & Latam da Filippo Berio, Eduardo Casarin, explica que tais investimentos resultaram em uma redução de 3,4% no consumo de energia, 8,6% no consumo total de água, 6,7% nas emissões diretas de gases de efeito estufa e 5% na produção total de resíduos.

Mais de 11 milhões de hectares de oliveiras no mundo atuam como sumidouros de carbono, removendo, anualmente, 4,5 toneladas de CO₂ por hectare da atmosfera, segundo o Conselho Oleícola Internacional (COI).

Missão bilateral Brasil-Argentina

Em maio deste ano, uma delegação do Ministério da Agricultura e Pecuária do Brasil (MAPA) esteve na Argentina em missão técnica bilateral com foco na integração de mercados, harmonização de padrões e desenvolvimento de projetos para facilitar o comércio de azeites e azeitonas de mesa entre os dois países.

Durante as visitas a propriedades, indústrias e laboratórios nas províncias de Mendoza, La Rioja e San Juan, os grupos trataram também sobre parcerias entre laboratórios de ambos os países, com a finalidade de padronizar os testes sensoriais e aumentar a confiança nos laudos, garantindo mais consistência nas análises e facilitando o reconhecimento mútuo entre os mercados.

O encontro também proporcionou avanços nas negociações para a associação do Brasil ao Conselho Oleícola Internacional (COI), alinhando o país às práticas internacionais já adotadas por Argentina e Uruguai.

Estimativa

De acordo com a ITA Comex (Italian Trade Agency e Comércio Exterior), a estimativa de produção mundial de azeite para a safra 24/25 gira em torno de 3,38 milhões de toneladas métricas, representando um aumento de cerca de 32% em relação à safra anterior, que alcançou 2,56 milhões de toneladas.

Fonte: Assessoria de Comunicação do Sociedade Nacional da Agricultura

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