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Boletim agropecuário destaca colheita e comércio de batata

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Foto: Arquivo/AEN

Documento preparado pelo Departamento de Economia Rural, da Secretaria da Agricultura e do Abastecimento, analisa também as condições de desenvolvimento de outras culturas, como milho e soja

Os produtores de batata do Paraná já colheram e venderam mais da metade da produção prevista para a primeira safra do produto. Esse é um dos assuntos abordados no Boletim Semanal de Conjuntura Agropecuária, produzido por técnicos do Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento, referente à semana de 1º a 08 de janeiro.

O Paraná cultiva duas safras de batata. A primeira é conhecida como a safra das águas, plantada no período de agosto a dezembro. A segunda, chamada de safra da seca, é semeada entre dezembro a maio. Em relação à primeira, o atual ciclo está com área estimada em 16 mil hectares, acréscimo de 2% comparado à safra anterior. A colheita deve alcançar 471,5 mil toneladas, volume 1% superior ao registrado no período anterior.

Aproximadamente 64% do total plantado já foram colhidos. A comercialização do tubérculo está em 240 mil toneladas, o que representa 51% do volume esperado. Da batata que ainda se encontra no solo, 6% estão na fase de desenvolvimento vegetativo, 28% em frutificação e 66% em maturação.

A safra da seca está com 20% de 12,3 mil hectares previstos já plantados. É uma extensão 3% maior que na safra 2019/20. A expectativa é que sejam colhidas 356,3 mil toneladas, o que elevaria em 21% a produção, comparativamente ao ciclo anterior.

Em 2019, o Valor Bruto da Produção (VBP) do tubérculo, destaque no setor da olericultura estadual, foi de R$ 1,2 bilhão. O Paraná é o segundo produtor, atrás de Minas Gerais.

FEIJÃO E MANDIOCA – A colheita de feijão já atinge 20% da área de 150,4 mil hectares plantada no Paraná. A expectativa é colher 298,4 mil hectares, apesar de a produtividade nas primeiras áreas colhidas em dezembro estar um pouco abaixo, em razão da estiagem no período inicial da semeadura.

O boletim relata, ainda, que os trabalhos de colheita da mandioca foram encerrados na primeira quinzena de dezembro. As indústrias também reduziram o processamento do produto em razão dos baixos preços e redução da quantidade de amido na raiz. Janeiro é, normalmente, um período de recesso industrial, aproveitado para manutenção do maquinário.

PECUÁRIA E AVICULTURA – O documento do Deral aponta perspectiva de recuperação do preço da arroba bovina para o produtor, ainda que janeiro seja tradicionalmente mais fraco no comércio interno. Isso se deve à menor oferta de animais provenientes de pastagens do Sudeste e Centro-Oeste, regiões importantes na produção, que foram prejudicadas pela estiagem.

Na avicultura, a análise se desenvolve em relação às restrições estabelecidas pela China sobre plantas industriais brasileiras devido à suspeita de contaminação pelo coronavírus. Também há registro sobre a retração no faturamento e na quantidade de exportação de frango em dezembro.

OUTROS PRODUTOS – O boletim também analisa o baixo consumo dos brasileiros em relação a frutas e hortaliças, a partir de dados do IBGE e Ministério da Saúde. Em relação aos grãos – milho e soja – os técnicos do Deral registram as condições gerais das culturas que já estão semeadas. Sobre o trigo, a discussão se concentra no preço, que é um dos critérios a ser levado em conta na hora do plantio.

Confira o boletim completo referente à semana de 1º a 08 de janeiro.

Fonte: Agência Estadual de Notícias

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Edição nº2809 – 18/02/2026

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