Generic selectors
Exact matches only
Search in title
Search in content
Post Type Selectors
Fonte de dados meteorológicos: Wettervorschau 30 tage
Generic selectors
Exact matches only
Search in title
Search in content
Post Type Selectors
Generic selectors
Exact matches only
Search in title
Search in content
Post Type Selectors

Abril promete esquentar “mês da verdade na Câmara: quem vai salvar o ‘kit propina’?”

h

Facebook
WhatsApp
LinkedIn

O próximo mês de abril começará com temperatura política elevada. No dia 3 onde termina o prazo da chamada “janela partidária”, quando ocupantes de cargos eletivos podem trocar de partido sem risco de perder o mandato, assim como, quem ocupa cargo para se descompatibilizar.

É o momento em que muitos revelam, na prática, onde realmente pretendem estar nas próximas eleições. Fidelidade partidária, nessa hora, costuma ser um conceito bastante flexível.

O tabuleiro nacional e local

Encerrada a janela, o país também terá uma noção mais clara de quem são, de fato, os candidatos e as forças políticas que irão disputar o poder nas diferentes siglas e federações. As peças começam a se posicionar no tabuleiro. E, como sempre, alguns discursos mudam de tom quando a eleição se aproxima.

O caso do “kit propina”

Mas é no Legislativo de Toledo que a temperatura promete subir de verdade.

Está chegando ao fim o processo que definirá o destino político dos dois vereadores envolvidos no escândalo conhecido como “kit propina”. Os prazos estão se encerrando e, pelo que se comenta nos bastidores, o relator já teria o parecer praticamente pronto.

O peso do Ministério Público

O Ministério Público já fez sua parte: pediu penas de 7 e 10 anos de prisão, além da perda dos mandatos.

Essa posição, por si só, estabelece um parâmetro político e jurídico difícil de ignorar. Não é um detalhe qualquer. É um indicativo forte do tamanho da gravidade apontada nas investigações.

A matemática da cassação

Nos cálculos de bastidores, a conta é simples: 10 votos já estariam consolidados pela cassação.

Sobram sete vereadores que ainda terão de se posicionar. E aí entra um detalhe que pesa: o voto é aberto.

Ou seja, cada parlamentar terá que subir à tribuna e dizer, publicamente, de que lado está.

O peso do voto aberto

Votar é um ato político. Mas votar com o nome registrado e sob os olhos da população tem outro peso. A cidade inteira acompanha. E memória política costuma ser longa quando se trata de casos que abalam a credibilidade de um Legislativo.

Quem vai encarar a tribuna?

Resta saber quem terá disposição para subir à tribuna e votar contra a cassação. Entre os nomes que inevitavelmente estarão sob os holofotes estão Olinda Fiorentin, Caty Nascimento, Gabriel Baierle (em caso de empate), Japonês e Valdir. A pergunta que ecoa nos corredores da Câmara é simples: quem terá coragem de defender publicamente os vereadores envolvidos no escândalo?

A cidade está olhando

O plenário não estará vazio. A sociedade acompanha. E o recado já está dado: o voto será lembrado. Em política, há decisões que passam despercebidas. Outras ficam gravadas na história — e no julgamento do eleitor.

Abril decisivo

Se os prazos se confirmarem, tudo deve ser resolvido nos primeiros dez dias de abril. Será um momento decisivo para o Legislativo de Toledo.

Mais do que um julgamento individual, trata-se de um teste para a própria Câmara: mostrar se está disposta a virar a página ou a carregar o peso de mais um capítulo de desgaste institucional.

Copie Quatro Barras, vereador Chumbinho

Uma sugestão ao vereador Chumbinho Silva que vem sendo a bandeira de defesa dos produtores na questão COPEL. Em Quatro Barras, o Ministério Público do Paraná entrou com ação civil pública contra a Companhia Paranaense de Energia por falhas repetidas no fornecimento de energia.

O levantamento apontou 1.074 interrupções entre 2023 e 2025, com índices quase o dobro do limite permitido pela Aneel. A ação pede normalização do serviço e R$ 2 milhões por danos morais coletivos.

Fica a ideia. Caso precise de um dossiê, sobre os problemas da copel em Toledo, lhe disponho. Se funcionou lá, talvez seja o caminho para enfrentar o problema também em Toledo

A saúde pública de Toledo segue recebendo atenção e recursos importantes

Os números começam a aparecer — e são robustos. Levantamento apresentado pelo deputado federal Dilceu Sperafico indica que, desde 2023, mais de R$ 75 milhões foram viabilizados para Toledo por meio de articulações em Brasília.

A saúde ficou com a maior fatia: cerca de R$ 30,6 milhões em repasses ao longo dos últimos anos, incluindo recursos para Média e Alta Complexidade, atenção primária e apoio direto ao Hospital Bom Jesus de Toledo, que atende pacientes de 18 municípios da região.

Os valores cresceram ano a ano: pouco mais de R$ 6,2 milhões em 2023, R$ 17,5 milhões em 2024, R$ 31,2 milhões em 2025 e cerca de R$ 20,4 milhões já confirmados para 2026.

Na prática, o volume de recursos reforça o caixa da gestão do prefeito Mario Costenaro e ajuda a explicar por que a área da saúde segue no centro das prioridades administrativas.

No jogo político, a conta também é simples: recurso que chega vira obra, serviço e capital político. E, nesse quesito, Sperafico parece continuar jogando pesado em favor de Toledo.

Veja também

Publicações Legais

Edição nº2810 – 24/02/2026

Cotações em tempo real