Tem coisa que, na política, é planejada para favorecer poucos e acaba produzindo o efeito contrário. A passagem de Sandro Alex por Toledo parece ter sido um desses casos. O que deveria ser um encontro mais direcionado acabou se transformando em uma demonstração pública de que campanha majoritária não se faz com dono de território, muito menos com lista de convidados escolhidos a dedo.
E aqui vai uma lembrança aos estrategistas de plantão: eleição majoritária se ganha somando forças, não dividindo aliados. Quando alguém tenta fechar a porta para alguns, pode acabar abrindo um palanque ainda maior para todos.
A mão que desarmou a armadilha
O episódio poderia ter terminado como mais um daqueles eventos políticos com fotografia previamente escolhida e protagonistas previamente definidos. Mas a intervenção de Luiz Ferreira, segundo os bastidores relatados à coluna, ajudou a reorganizar a situação e permitir que o encontro tivesse uma representação mais ampla.

E foi aí que veio a melhor resposta política. Sandro Alex chamou os candidatos presentes ao palco, um a um, cumprimentou cada um, levantou suas mãos e deixou registrada a mensagem: estamos juntos. Alexandre Curi fez o mesmo.
Foi uma cena simples, mas politicamente eloquente. Em vez de dividir o palanque, multiplicou-se o palanque. Em vez de escolher dois ou três protagonistas, todos ganharam espaço.
Quando o palanque fica maior
A fotografia final acabou dizendo muito mais do que qualquer discurso. Estavam no mesmo palco candidatos a deputado federal e estadual, lideranças municipais e os nomes da chapa majoritária. A mensagem foi de unidade.
E talvez tenha sido justamente aí que alguns cálculos tenham saído pela culatra. Quem imagina que pode transformar município em propriedade eleitoral de um ou outro candidato precisa lembrar que eleitor não tem dono e cidade não tem escritura política.
O recado dado por Sandro Alex foi público: a campanha é coletiva. E, para quem está construindo uma candidatura ao Governo e duas cadeiras ao Senado, quanto mais gente somando, melhor. A própria composição estadual da aliança mostra a dimensão dessa estratégia, com diferentes partidos e lideranças reunidos em torno da chapa.
União ou vaidade?
A política eleitoral tem uma regra que os mais experientes conhecem bem: ninguém ganha uma eleição sozinho. Principalmente uma eleição majoritária.
Por isso, tentar transformar um evento de campanha em território particular de determinado grupo pode ser um erro estratégico. Deputado estadual precisa de votos em vários municípios. Deputado federal também. Candidato ao Senado precisa de uma votação ainda mais espalhada. E candidato ao Governo, então, precisa conversar com praticamente todo mundo.
Quem entende isso constrói pontes. Quem não entende constrói muros — e depois descobre que ficou do lado de fora.
Sandro fala em continuidade
Durante a passagem por Toledo, Sandro Alex e Alexandre Curi também reafirmaram, em entrevista no aeroporto, a disposição de dar continuidade às obras e investimentos já anunciados pelo Governo do Paraná. A agenda de Sandro no Oeste inclui encontros com lideranças, empresários e representantes de diferentes setores, dentro de uma campanha que começa a ganhar corpo regionalmente.



E, politicamente, o episódio de Toledo deixou uma fotografia que vale mais do que muita reunião reservada: quando o candidato majoritário chama todos para perto, o palanque cresce. Quando alguém tenta escolher quem pode ou não pode estar nele, o risco é descobrir que a política tem uma velha mania — fazer certas estratégias voltarem pela culatra.
Tim-tim

Quem recebe as felicitações neste dia 21 de agosto é a competente publicitária e analista digital Carla Campanholo. Parabéns pela data e pelo excelente trabalho!
Família de fé
A família Engelmann viveu, no último sábado, um momento marcado pela fé, emoção e adoração. A ocasião foi ainda mais especial com a ordenação sacerdotal de Matheus Engelmann, que passou a integrar o ministério religioso, em uma celebração realizada no município de Maripá.
A cerimônia reuniu familiares e amigos, que acompanharam de perto esse importante passo na caminhada de Matheus. Entre os presentes estava também a religiosa Irmã Daniele Engelmann, superiora que atua em Ponta Grossa e integra a família, sendo prima do advogado, Dr. Ivanderlei Engelmann.
Um momento de muita emoção para a família, que celebra não apenas uma conquista pessoal de Matheus, mas também a continuidade de uma trajetória de fé e dedicação religiosa que atravessa gerações dos Engelmann.








