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Hoesp orienta população sobre prevenção às doenças respiratórias durante período de oscilações de temperatura

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Foto: divulgação

As oscilações de temperatura típicas desta época do ano favorecem o aumento dos casos de doenças respiratórias. E a Hoesp faz o alerta sobre os cuidados essenciais para evitar complicações. A principal recomendação para fortalecer as defesas do organismo é manter hábitos saudáveis, já que as mudanças climáticas impactam principalmente o sistema imunológico, tornando o organismo mais vulnerável à ação de vírus, bactérias e fungos.

“Uma alimentação equilibrada, noites de sono de qualidade e boa hidratação são fundamentais para o funcionamento adequado do sistema imunológico. Durante o inverno, é comum que as pessoas reduzam a ingestão de líquidos, e isso também requer atenção”, explica o médico geral da Hoesp, Claudio Henrique Hayashi.

Outra orientação importante é evitar ambientes fechados e com grande concentração de pessoas, onde a transmissão dos vírus ocorre com mais facilidade. O uso de máscaras continua sendo recomendado tanto para pessoas com sintomas respiratórios quanto para quem frequenta locais com grande circulação de pessoas. A higienização frequente das mãos e o uso de álcool em gel também contribuem para reduzir o risco de infecção.

Segundo o médico da Hoesp, em 2026, os vírus respiratórios mais prevalentes têm sido os da influenza tipo A, embora a influenza tipo B também esteja circulando. Além deles, o vírus sincicial respiratório (VSR) e o rinovírus continuam entre os principais responsáveis pelas infecções respiratórias registradas neste período.

A vacinação permanece como uma das principais formas de prevenção. “As vacinas são desenvolvidas com base nos vírus que apresentaram maior circulação nas temporadas anteriores e ajudam a reduzir significativamente o risco de formas graves da doença, hospitalizações e complicações, especialmente entre idosos e crianças pequenas, que fazem parte dos grupos mais vulneráveis”, ressalta.

Também é fundamental ficar atento aos sinais de agravamento. Sintomas como falta de ar, febre persistente e secreção nasal ou catarro com coloração amarelada, espessa ou esverdeada podem indicar uma infecção bacteriana secundária. Quando os sintomas persistem por mais de três dias ou apresentam piora progressiva, aumentam os riscos de complicações como sinusite, faringite, amigdalite e pneumonia.

Diante desses sinais, a orientação é procurar atendimento médico para avaliação e diagnóstico. O tratamento precoce permite a indicação da conduta mais adequada, que pode incluir medicamentos específicos, antibióticos nos casos de infecção bacteriana e, em situações mais graves, internação hospitalar. “A adoção de medidas preventivas e a busca por assistência médica diante do agravamento dos sintomas são essenciais para reduzir complicações e preservar a saúde durante o período de maior circulação de vírus respiratórios”, finaliza Claudio.

Fonte: assessoria Hoesp

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