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Novos destinos impulsionam exportações do Paraná

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Curitiba Foto: José Fernando Ogura/Arquivo AEN

Diversificação de parceiros comerciais reduz dependência dos Estados Unidos e fortalece a balança do setor, aponta Boletim do Comércio Exterior da Fecomércio PR

A Cesta de Consumo do Turismo, indicador elaborado pela Fecomércio PR a partir dos dados do IPCA, registrou inflação de 0,77% no Brasil em outubro, variação superior ao índice geral do mês (0,09%). No acumulado de 2024, a inflação do turismo nacional soma 5,16% e chega a 9,26% em 12 meses, refletindo um ano de forte demanda e serviços ainda pressionados por custos operacionais.

No país, os subitens que ficaram mais caros no mês foram as passagens aéreas (+4,48%), seguidas por transporte por aplicativo (+2,31%), casa noturna (+2,23%) e pacote turístico (+1,97%). Por outro lado, houve redução de preços em ônibus interestadual (-1,21%), aluguel de veículo (-1,09%) e sorvetes (-1,07%), itens que costumam oscilar conforme sazonalidade e dinâmica de oferta.

Paraná apresenta inflação mais baixa no turismo

O comportamento dos preços dos produtos e serviços relacionados ao turismo no Paraná foi mais moderado em comparação ao cenário nacional. A Cesta de Consumo do Turismo em Curitiba e Região Metropolitana registrou inflação de 0,29% em outubro, abaixo da variação brasileira. No acumulado do ano, a inflação do turismo na capital soma 3,75%, e em 12 meses alcança 7,15%, também inferior à média nacional.

Os itens que mais pressionaram a cesta turística na RMC foram pacote turístico (+4,38%), estacionamento (+3,60%) e atividades culturais como cinema, teatro e concertos (+1,46%). De acordo com o assessor econômico da Fecomércio PR, Lucas Dezordi, o resultado mostra que a demanda por viagens organizadas e experiências urbanas segue aquecida.

Entre as reduções observadas em Curitiba e Região Metropolitana, destacam-se passagens aéreas e sorvetes, ambos com recuo de 1,31%, além de hospedagem (-1,04%). “Essas baixas contribuíram para segurar o índice regional e reforçam a competitividade do setor turístico paranaense, especialmente em um período marcado por oscilações no transporte aéreo e nos serviços ligados ao lazer”, avalia o economista.

“Com demanda consolidada, infraestrutura qualificada e preços mais estáveis do que a média nacional, o turismo no Paraná mantém um ambiente favorável para viajantes e operadores. Os dados reforçam a posição do estado como um dos destinos mais econômicos e atrativos do país”, completa.

Karla Santin | Jornalista
Núcleo de Comunicação e Marketing

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