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Unioeste realiza missão internacional em aquicultura

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A Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste) está levando seus conhecimentos na área de pescados para o Mundo. No período de 1 e 7 de junho, a missão docente do projeto “Racionalização do uso de água na produção e na indústria de transformação pescado”, aprovado pelo Finep, visitou o Instituto Biology Centre CAS e Institute of Hydrobiology, na República Tcheca. O principal objetivo da experiência foi realizar um intercâmbio de conhecimentos ligados às mais variadas espécies de peixes e de crustáceos.


Na missão, os professores Aldi Feiden, Altevir Signor, Fábio Bittencourt, Maristela Cavichioli Makrakis e Sérgio Makrakis reuniram-se com pesquisadores Pesquisadores Martin Pšenička, Vladimír Žlábek, Jiří Peterka e Tomáš Jůza, das instituições tchecas e visitaram represas para criação de Carpas, lagos para produção de energia com escadas de transposição de peixes de diferentes modelos.


A missão buscou fortalecer parcerias internacionais e ações para o desenvolvimento de projetos conjuntos com foco no desenvolvimento sustentável e, também, na internacionalização dos programas de pós-graduações
O projeto aprovado pelo Finep tem, ainda, a finalidade de integrar e estruturar mecanismos para a racionalização, reuso e otimização do uso da água nos sistemas produtivos no setor aquícola.


O Professor Doutor Altevir Signor, um dos membros da missão, avalia que os resultados foram bastante positivos porque além do intercâmbio de aprendizados, instigou parcerias para futuras atividades. “Nós tivemos a oportunidade de conhecer esses diferentes locais e ter contato com diferentes pesquisadores, abrindo portas para fazer pós-doutorado de docentes aqui da universidade, além de oportunizar futuras ações de intercâmbios discentes com possibilidades de estágio de doutorados sanduiche dos alunos de pós-graduação”.


Com visitas em diversos laboratórios de criação de peixe, pesquisas com criação intensiva e diferentes sistemas de criação, o professor menciona que missões desta natureza tem o poder de abrir portas e de trocar novas experiências ao setor. “além de promover enriquecimento do saber. Foi uma experiência marcante com insights inspiradores para repassar aos demais colegas professores e discentes de graduação e da pós-graduação”

Relevância do setor

O tamanho do mercado brasileiro de pesca e aquicultura está estimado em US$ 149,01 bilhões em 2024, e deverá atingir US$ 176,97 bilhões até 2029, crescendo a um CAGR de 3,5% durante o período de previsão (2024-2029), conforme dados do www.mordorintelligence.com/


Conforme o estudo, a aquicultura é um dos maiores setores de produção do Brasil, com mais de 80,0% da produção proveniente de água doce.


Atualmente, o Brasil é o segundo maior produtor de aquicultura da região da América Latina e Caribe. Embora o Brasil ainda dependa da importação de frutos do mar para atender à demanda interna, a produção aquícola nacional poderá em breve superar a concorrência dos frutos do mar importados.


Os pescados são o tipo de proteína animal mais consumida no mundo, à frente das carnes de bovinos, suínos, aves e ovinos. E o Brasil é um dos importantes ‘players’ deste segmento alimentício que, cada vez mais, vê sua competitividade atrelada ao consumo racional da água e à adoção de sistemas de reúso.


De acordo com a Associação Brasileira de Aquicultura (PeixeBR), o peixe tilápia representa 55,4% da produção total de peixes cultivados no país em 2017. Além disso, o país ocupa o quarto lugar, em termos de produção de tilápia, atrás da China, Indonésia e Egito.


As carpas representaram mais de 70% das espécies não nativas. Nas regiões Norte e Nordeste as nativas e a tilápia são as a mais cultivadas, enquanto nas regiões Sul, Centro-Oeste e Sudeste predominam as criações de tilápias, carpas e bagres. As fazendas de policultura que utilizam carpa estão presentes em quase todos os estados e a carpa é atualmente a principal espécie de peixe cultivada no Brasil.

Fonte: Unioeste

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