Generic selectors
Exact matches only
Search in title
Search in content
Post Type Selectors
Fonte de dados meteorológicos: Wettervorschau 30 tage
Generic selectors
Exact matches only
Search in title
Search in content
Post Type Selectors
Generic selectors
Exact matches only
Search in title
Search in content
Post Type Selectors

Com mais de 4 mil casos confirmados, dengue ainda causa preocupação em Toledo

h

Facebook
WhatsApp
LinkedIn

Boletim epidemiológico divulgado nesta quarta-feira (15) pela Secretaria Municipal de Saúde (SMS), informa que Toledo registrou, de agosto do ano passado (início do ano epidemiológico vigente) até a presente data, 4.171 casos de dengue (4.117 autóctones e 54 importados). Deste total, 468 foram computados nos últimos sete dias (9 a 15/6), um aumento de 1.74% em relação ao período anterior (2 a 8/6), quando 458 pessoas testaram positivo para a doença transmitida pelo Aedes aegypti.  

Em números absolutos, houve um crescimento de 12,64% em relação à semana anterior. Essa quantidade pode ficar ainda maior, pois há ainda 236 exames aguardando resultado. Somando os casos confirmados, os que estão em análise e os 562 que já foram descartados, 4.969 pessoas com sintomas da doença procuraram os serviços de saúde durante o atual ano epidemiológico. 

No ranking das comunidades com o maior número de pessoas que testaram positivo para a doença causada pelo Aedes aegypti, as dez primeiras posições ficaram com Panorama (388), Centro (332), Europa (227), Boa Esperança (211) e Fachini (207). Em quantidade de criadouros do mosquito encontrados em imóveis no período entre 9 e 15 de junho, chama a atenção o número de criadouros encontrados nos bairros Panambi (56), América (48) e Europa (32).

O setor de Controle e Combate às Endemias, da SMS, tem trabalhado incansavelmente para conter a doença e conclama a população a redobrar as ações de combate ao Aedes aegypti de forma a impedir sua reprodução, o que não demanda muito esforço: uma vez por semana, é preciso fazer um “pente fino” no quintal e retirar a água acumulada em vasos, pneus, garrafas, calhas, plantas, entre outros lugares – o frio não elimina as larvas do Aedes aegypti, que podem resistir a baixas temperaturas por até um ano. Outro ponto importante é permitir que os agentes de combate a endemias (ACEs) tenham pleno acesso aos imóveis facilitados a fim de poderem fazer o trabalho de vistoria e orientação dos moradores.

Para evitar quadros mais graves, quem estiver com sintomas típicos da doença – manchas avermelhadas na pele, dor abdominal, febre, dor no corpo e cansaço – deve procurar assistência médica imediatamente. Nunca é demais lembrar: a dengue mata e tudo que for possível para preveni-la deve ser feito!

Fonte: Decom/Pref. de Toledo

Veja também

Publicações Legais

Edição nº2808 – 13/02/2026

Cotações em tempo real