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Traição com T maiúsculo e EGO em caixa alta

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Hoje, quero refletir sobre os modus operandi dos grupos políticos de Toledo de forma geral — com um foco especial nos erros de um passado recente, muitos deles coletivos. E claro, não dá pra deixar de fora o destaque principal: as traições. Sim, com T maiúsculo.

Em meio a jogos de vaidade, disputas por espaço e interesses de ocasião, o que se vê é uma repetição de padrões que já deviam ter virado lição. Mas parece que o EGO ainda fala mais alto que o bom senso. E quem paga a conta, como sempre, é a credibilidade dos próprios grupos — e a paciência do eleitor.

Que aprendizado, hein?

A política ensina, mas cobra caro. A pergunta que não quer calar: como saber se o vice de hoje vai estar contigo na derrota de amanhã, ou se será o primeiro a te empurrar ladeira abaixo sorrindo? E os vereadores? Aquela bancada que batia no peito e dizia “tamo junto” — será que permanece quando os likes secam e os cargos evaporam?

Pior ainda são os ex-secretários. Sim, aqueles, que você nomeou com fé cega e esperança burra. Alguns sabiam que não davam conta nem de organizar o café da repartição, mas estavam lá, com crachá pendurado e ego inflado. E depois da derrota? Viraram críticos, palpiteiros, filósofos de WhatsApp… contra quem? Contra o mesmo que os tirou do anonimato.

Bem-vindo à política municipal versão Toledo: onde a lealdade é líquida e evapora com o calor das urnas.

Traições de toda sorte

Há políticos serenos, respeitados, que fazem da coerência uma arma. Mas há também os que perdem o próprio grupo por fraqueza de pulso. Deixaram-se cercar por soberba, vaidade, egocentrismo e… cegueira estratégica. Trocaram a verdade pela conveniência. Mentiram entre si, mentiram pro povo, e o pior: mentiram pro chefe — que achou que estava vencendo, mas levou uma rasteira eleitoral de um adversário apelidado carinhosamente de “pinto mole” (perdão pelo francês).

E perder uma eleição ganha? Isso não é derrota. É sabotagem com conivência. É traição gourmet.

O ex-prefeito e sua paixão por ser traído

O mais curioso é ver o líder máximo da orquestra do desastre comportando-se como um apreciador de facadas nas costas. Parece gostar. Talvez colecione. A vereadora que ele confiou como secretária o traiu apoiando um forasteiro de Foz. O ex-vice, aquele que jurou lealdade eterna (com direito a emoji de coração), já está desfilando sua pré-candidatura. Mas vai que é só um teatrinho pra valorizar o passe e negociar com quem pagar mais? Nem vou relatar os outros tombos já levado.

Afinal, na política de Toledo, a moeda mais valorizada é a conveniência. E burras cheias de grana são sempre um bom argumento para reatar velhas “amizades”.

A bolha do troca-troca

Esses membros da tal “bolha” política parecem viver num eterno surubão ético. Troca-troca de apoios, de partidos, de afetos e desafetos. Tem vereador que la atras largou a matriz por uma gauchinha, levou um pé na bunda e agora foi trocado por um marqueteiro do Paraguai — versão harmonizada, talvez com verba da vaquinha online.

Esse mesmo “no-cego” (apelido é destino?) agora desfila sua nova (ou velha?) parceira nas redes, num revival político-amoroso que ninguém mais entende. Foi amante? Foi esposa? Foi rival? Na bolha vale tudo, menos pudor.

Traições plurais, de todos os gêneros e orientações

E não pense que a sacanagem política se limita ao velho esquema homem trai homem. Não, senhor. Tem muito “anel solto” por aí — e não é só no dedo. A política de Toledo anda parecendo um episódio censurado de “Casos de Família”, com direito a ex, atual, amante, cúmplice e espião infiltrado.

Aos que hoje ocupam cargos: aprendam ou apareçam aqui

Se toda essa desgraça política tivesse ao menos servido de aprendizado, já valeria como aula prática de como não fazer gestão pública. Mas como Toledo é uma cidade onde a história se repete em looping vicioso, vale reforçar:

Você que hoje ocupa uma cadeira nomeada, com salário em dia, selfie semanal e post institucional de “#gratidão”, preste atenção.

O mesmo cargo que hoje te dá status, amanhã pode te dar destaque aqui — nessa coluna, com nome, sobrenome e apelido embaraçoso. Porque a paciência do povo acaba, mas a memória do colunista é infinita (e o print, eterno).

Quer virar piada? Continue se achando mais esperto que o povo. Continue mentindo pro chefe, enrolando a base, atendendo os amigos e ignorando a comunidade. Continue confundindo gabinete com camarim, e cargo com palanque pessoal.

Mas se tiver o mínimo de juízo — e um pingo de vergonha na cara — trate de olhar para o que aconteceu com os que vieram antes. Estão todos aí: traídos, traidores, esquecidos, aposentados à força ou fritos em fogo baixo. Viraram chacota, lenda urbana ou pauta para CPI.

Moral da história?
Na política local, ninguém é de ninguém, e todo mundo é de si mesmo. O problema não é trair. É quando fazem isso mal feito, com cara de santo e discurso de mártir. Há, informações que, existe muitos aneis soltos naquela bolah.

Traição, ego e anéis soltos

Em Toledo, a política é um eterno baile de máscaras: todo mundo finge lealdade, mas troca de par na primeira música. O vice de ontem vira adversário de hoje, o secretário traído escreve textão, e o chefe — ah, o chefe — parece viciado em facada nas costas.

Entre cargos que viram trampolins e egos do tamanho de outdoor, a traição virou regra. E quem não aprendeu com a queda dos outros, logo vira meme, CPI ou ex.

Porque aqui, no “surubão ético” da política local, ninguém é de ninguém — mas todo mundo tem print.

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Edição nº2810 – 24/02/2026

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