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“Toledo tem hoje os piores índices de trânsito entre cidades do Paraná analisadas (…) Não é força de expressão. É matemática fria.” (Gazeta de Toledo – 28/01/2026)

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Foto: arquivo pessoal

Enquanto municípios maiores como Cascavel, Londrina e Maringá apresentam taxas menores de acidentes, Toledo lidera disparado (…) campeã em mortes no trânsito por 100 mil habitantes.  Enquanto Cascavel (6,4), Londrina (5,7) e Maringá (6,2), a nossa Toledo lidera com quase o dobro, ostentando o título de pior município, com 8,5 mortes por 100.000 habitantes. 

Não me cabe culpar o sistema atual, mas o resultado da terapia não está surtindo efeito e, pior: as consequências estão comprometendo, matando os usuários. 

Alguns paliativos estão sendo implantados, tais como “proibido dobrar à esquerda, implantações de mais semáforos, faixas específicas para conversão, câmeras registradoras e outras.

Mas é fácil observar os visíveis e notórios desacertos:

As conversões nas avenidas (entre canteiros centrais) ocorrem pela direita, provocando “um nó” ocasionando filas (o único correto é o sob o viaduto da Maripá com a BR);

Na esquina da AV. Atílio Fontana com a Rua Piratini, os maus motoqueiros adentram o estacionamento da empresa Auto Zone, para “furar” o sinal…impunes.

As proibições de dobrar à esquerda (conversão de direção), na intenção de evitar colisões desatentas, causam aumento de fluxo nas vias ortogonais de contorno. Embora muitos motoristas continuam insistindo nesta prática irresponsável.

A instalação de muitos semáforos, origina uma nociva intermitência no fluxo, ou pior, provoca aumento nas vias paralelas não semafóricas, normalmente atravessando preferenciais. 

Seria desnecessário elencar inúmeras outras patologias decorrentes.  Mas seria de bom alvitre lembrar de alguns exemplos de sucesso: 

As cidades uruguaias, assim como muitas europeias, possuem vias de mão única, alternadas (as avenidas, não possuem passagens nos cruzamentos). Ou seja, sempre basta olhar para à direita em todas as esquinas.

A cidade brasileira de Gramado-RS (45.000 residentes), recebe sete milhões de visitantes por ano (cem mil estrangeiros) e não possui nenhum semáforo, com o fluxo de veículos sem congestionamentos. 

Enfim, são observações de um mero cidadão que escolheu Toledo há mais de meio século, professor, engenheiro de segurança e urbanista.

Artigo: Darlou D’Arisbo. – Professor, engenheiro de segurança e urbanista

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Edição nº2805 – 27/01/2026

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