O Corpo de Bombeiros de Toledo viverá nesta quinta-feira (1º) uma mudança histórica em sua estrutura. A atual 2ª Companhia será elevada oficialmente à condição de 14º Batalhão de Bombeiro Militar, colocando o município em um novo patamar dentro da organização da corporação no Paraná.
Novo batalhão, novo comando
A criação do 14º Batalhão também marca uma nova etapa de comando em Toledo. O tenente-coronel Elcio José de Meira assumirá oficialmente a unidade durante a solenidade, que contará com a presença do comando estadual e regional do Corpo de Bombeiros.
Mais que mudança de nome
Transformar uma companhia em batalhão não é apenas trocar a placa na entrada do quartel. A mudança representa uma nova estrutura administrativa e de comando para Toledo, reforçando a importância estratégica do município dentro do Corpo de Bombeiros Militar do Paraná. A solenidade começa às 10h, no quartel da Avenida Parigot de Souza.
Segurança Pública na pauta
O secretário de Estado da Segurança Pública do Paraná, coronel Hudson Leôncio Teixeira, estará em Toledo nesta quinta-feira (1º) para uma reunião com o prefeito Mario Costenaro. O encontro está marcado para as 8h15, no Paço Municipal Alcides Donin.
Na pauta estarão as ações e os avanços da segurança pública em Toledo e na região, além das medidas relacionadas aos eventos climáticos. Hudson Teixeira é o atual secretário estadual da Segurança Pública do Paraná. A reunião será realizada na sede da Prefeitura, na Rua Raimundo Leonardi, 1586, Centro.
Imagens da destruição em Toledo
Hangares destruídos, aeronaves atingidas, árvores e postes no chão e estruturas retorcidas pela força do vento. O vendaval deixou um rastro de danos em diferentes pontos de Toledo, com destaque para o Aeroporto, um dos locais mais castigados pela tempestade.
A galeria a seguir registra pelos profissionais da SECOM prefeitura/ do cenário deixado pelo temporal.











Debate ou embate?
Quem esperava propostas encontrou também ataques, acusações e respostas atravessadas. Na reta final, o debate pelo Governo do Paraná mostrou que a velha estratégia de tentar desgastar o adversário continua bastante viva.
Plano de governo aguenta o palanque?
Todos registram propostas, metas e compromissos. A pergunta é mais simples: quanto disso sobrevive depois que termina a campanha e começa o governo?
Mais ataque, menos Paraná
Quando o tempo do debate é consumido discutindo quem errou mais, sobra menos espaço para saúde, segurança, infraestrutura, educação e desenvolvimento. E são justamente esses temas que continuarão existindo depois de 4 de outubro.
Moro na frente, mas urna não lê pesquisa
Sergio Moro aparece numericamente à frente nos levantamentos mais recentes. Pesquisa, porém, é fotografia do momento, não resultado eleitoral. O voto que vale é o depositado na urna.
A briga pela segunda vaga
Enquanto Moro mantém a dianteira nas pesquisas de primeiro turno, Sandro Alex e Requião Filho disputam uma faixa mais próxima do eleitorado. Em alguns levantamentos, a diferença entre eles fica dentro da margem de erro.
Campanha não termina no debate
O último fim de semana antes da votação deve ser de rua, corpo a corpo e busca pelo eleitor ainda indeciso. É quando santinho, caminhada, carreata e conversa olho no olho voltam a valer tanto quanto televisão e rede social.
Cuidado com a festa antecipada
Eleição tem uma regra cruel para quem comemora antes da hora: pesquisa não abre urna. Até a apuração terminar, vantagem continua sendo apenas vantagem.
Promessa é fácil. Número é melhor.
Nos últimos dias de campanha, talvez fosse útil trocar parte dos discursos por respostas objetivas: quanto vai investir, onde, em quanto tempo e com qual fonte de recursos.
O eleitor que assiste quer resposta
Ataque pode render corte para rede social. Mas quem espera atendimento médico, estrada, segurança ou escola precisa de algo menos viral e mais concreto.
Depois do palanque
No domingo, alguém vence. Na segunda-feira política, as acusações perdem importância e começa a cobrança pelas promessas feitas durante a campanha. Essa é a parte que normalmente recebe menos holofotes.





