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Toledo realiza testes em 18 km de vias para avaliar condições do asfalto

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Rotatória da Avenida Parigot de Souza com a Rua Dom Armando Círio recebe avaliação técnica do pavimento durante estudos realizados nesta semana em Toledo. Foto: Gazeta de Toledo

Da Redação

Estudos com Viga Benkelman vão orientar obras de recapeamento e melhorias na infraestrutura urbana

Nesta semana, 14 trechos de vias urbanas foram bloqueados temporariamente para a realização de estudos técnicos sobre a capacidade estrutural do pavimento. A ação ocorreu até esta quinta-feira (26) e contou com o apoio da Guarda Municipal para a organização do trânsito. Aproximadamente 18 quilômetros de vias foram avaliados.

Os trabalhos foram conduzidos pela Secretaria de Planejamento, Habitação, Urbanismo e Mobilidade e utilizaram o método conhecido como Ensaios de Viga Benkelman. Trata-se de um procedimento de campo que mede a deformação elástica dos pavimentos flexíveis sob carga, permitindo avaliar a condição estrutural das vias.

Durante a execução dos ensaios, os trechos foram interditados de forma parcial ou total, conforme a necessidade operacional. A orientação é para que motoristas redobrem a atenção e, sempre que possível, busquem rotas alternativas.

EQUIPAMENTOS – O diretor do Departamento de Planejamento Urbano, Vinícius França, explica que o ensaio, feito por uma empresa terceirizada (CMM), utiliza um caminhão de 8 toneladas e uma régua metálica para medir a deflexão do pavimento, e que a análise dos dados determinará a viabilidade do recapeamento.

Foto: Gazeta de Toledo

“O ensaio visa medir a deflexão do pavimento para identificar possíveis problemas na base, garantindo que a restauração asfáltica planejada seja compatível com a estrutura existente. Este ensaio faz parte de um processo abrangente, composto por oito etapas de restauração, cada uma envolvendo diversos trechos. A primeira etapa, que abrange aproximadamente 18 quilômetros, incluirá a restauração asfáltica, a construção de rampas e calçadas, conforme planejado. Essa iniciativa atende a uma exigência de análise do Estado, assegurando a seriedade do processo. Por exemplo, na rotatória da Parigot de Souza, observamos um intenso fluxo diário de veículos, sendo este um dos pontos estratégicos para a realização do estudo. A escolha desses pontos considerou também o desgaste do asfalto, que geralmente é proporcional ao volume de tráfego. Realizamos estudos e gravamos vídeos dos testes para avaliar as condições do pavimento, o que nos auxiliou na definição das etapas da restauração. A primeira etapa contemplou vias principais como a Parigot de Souza, Cirne Lima e J.J. Muraro”.

O trabalho teve início na manhã de terça-feira e foi concluído na manhã desta quinta-feira, com a mesma equipe. Participaram representantes da CMM, responsáveis pelos ensaios, além de profissionais da Prefeitura, entre eles os engenheiros Gabriel e Alceu. A CMM é a empresa terceirizada contratada para executar o serviço.

“No ensaio, utilizamos um caminhão de 8 toneladas e uma régua metálica posicionada no eixo do veículo. Quando o caminhão está parado, o pavimento apresenta uma deflexão. A medição dessa deflexão, que ocorre quando o caminhão se afasta, é o objetivo principal do ensaio. A régua metálica, que pode ser observada no local, é posicionada atrás do caminhão. Quando ele se afasta, o pavimento sofre uma alteração mínima em sua altura. Essa medição precisa nos permite avaliar se a base existente suportará a restauração asfáltica”, explica.

De acordo com Vinícius, o objetivo do ensaio é verificar se a camada prevista no projeto será suportada pela base atual do pavimento. “O projeto foi elaborado por nós em conjunto com a Emdur. A princípio, não deve haver mudanças no que já foi planejado. Estudos semelhantes já foram realizados, mas, nessa escala, acredito que seja a primeira vez”, afirma.

Após a conclusão dos estudos, os dados obtidos irão subsidiar a execução de serviços de recapeamento e manutenção das vias avaliadas. “Futuramente faremos outros estudos. Esta é a primeira etapa; ainda teremos a etapa 2, a 3, a 4.1, 4.2, 4.3, 4.4 e a 4.5”, conclui Vinícius França.

Foto: Gazeta de Toledo

Cronograma dos trechos avaliados

  • Av. Sen. Atílio Fontana (entre a R. Edmundo Timm e R. Carlos Sbaraini) — 516,41 m
  • Av. Sen. Atílio Fontana (entre a Av. Egydio G. Munaretto e semáforo da BRF) — 1.078,32 m
  • Av. Maripá (entre a Av. Min. Cirne Lima e R. Senhor dos Passos) — 1.919,13 m
  • Av. Parigot de Souza (entre a Av. Min. Cirne Lima e R. Crissiumal) — 2.280,00 m
  • Av. Min. Cirne Lima (entre a R. Carlos Barbosa e R. Augusto Formighieri) — 1.871,07 m
  • Av. Min. Cirne Lima (entre a R. João Orestes Ruaro e R. Carlos Barbosa) — 2.010,96 m
  • Av. Roberto Fachini (entre a R. Albino Scariot e Av. Min. Cirne Lima) — 1.806,96 m
  • Av. Nossa Senhora de Fátima (entre a R. Princesa Isabel e R. Aloísio Anschau) — 942,14 m
  • Av. Nossa Senhora de Fátima (entre a Av. José João Muraro e Av. Parigot de Souza) — 1.141,32 m
  • Av. José João Muraro (entre a R. São João e R. Barão do Rio Branco) — 403,44 m
  • Av. Maripá (entre a R. São João e Ponte do Rio Toledo) — 1.338,77 m
  • Av. Maripá (entre a R. Primeiro de Maio e R. Piratini) — 705,08 m
  • Av. Parigot de Souza (entre a R. Guerino Maschio e R. Henrique Bombardelli) — 630,82 m
  • Av. Ignácio Lothário Klassmann (entre o viaduto e a rotatória – saída para Assis) — 1.385,43 m

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Edição nº 2815 – 19/03/2026

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