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Natan Sperafico e Cleiton Rodrigo Freitag falam sobre as eleições de 2026.

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Neste sábado, o Gente & Poder coloca em pauta uma discussão que Toledo vem adiando há anos: a falta de representatividade forte na Assembleia Legislativa do Paraná.
Recebo dois nomes com trajetórias distintas, mas conectados pelo mesmo cenário político — de um lado, o pré-candidato Natan Sperafico; de outro, a liderança popular de Cleiton Rodrigo Freitag.
A entrevista promete ir além dos discursos e entrar no campo das decisões.
Toledo está diante de uma oportunidade real ou de mais um ciclo de promessas?

Por Toledo

Toledo convive há anos com uma lacuna política difícil de ignorar: a ausência de uma representação forte na Assembleia Legislativa do Paraná.
É nesse cenário que surge Natan — jovem, produtor rural, engenheiro agrônomo formado pela Universidade Federal do Paraná e filho de Dilceu Sperafico, que já teve passagem pelo Legislativo estadual, ainda que breve, deixando sua marca.

Agora, volta ao jogo mirando 2026.

Mais do que um nome, o que está em jogo é uma oportunidade real:  Toledo voltar a ter voz própria no cenário estadual. A pergunta é direta — e incômoda: Toledo quer protagonismo… ou vai continuar abrindo espaço para promessas de fora?

Toledo sem voz… até quando?

Não é de hoje que a cidade sente a falta de um representante com peso político real. Enquanto outras regiões avançam, garantem recursos e ampliam influência, Toledo observa — e perde espaço. A pré-candidatura de Natan surge exatamente nesse vazio. E será tema da entrevista neste sábado, das 8h às 9h, na Gazeta.

Capital do agro… sem deputado?

Toledo carrega o título de Capital Paranaense do Agronegócio.
Força econômica não falta. O que falta, aparentemente, é transformar essa força em representação política. Fica o questionamento:
é falta de voto… ou de articulação?

Juventude ou continuidade?

Aos 35 anos, Natan representa uma nova geração.
Mas também traz consigo um legado político conhecido. O eleitor vai decidir: renovação consistente ou continuidade com nova roupagem?

O agro como base — e limite

Defesa do agronegócio, inovação e municipalismo são as principais bandeiras. E é fato: o agro sustenta a economia do Oeste. Mas eleição se ganha ampliando diálogo. Fica a dúvida: o discurso alcança além da porteira?

O voto de Toledo será decisivo

A matemática é simples: se Toledo concentrar votos, elege. Mas a prática mostra outro cenário: votos pulverizados, lideranças divididas e oportunidades desperdiçadas. 2026 pode ser o ponto de virada… ou apenas mais um capítulo da mesma história.

Gordinho do Suco: do carrinho à política

Tem político que nasce pronto. Outros se constroem na marra.
Cleiton Freitag é do segundo grupo. Saiu do carrinho de suco, literalmente, para ocupar cadeira no Legislativo. Não é marketing — é biografia. E isso, goste-se ou não, conecta.

O voto que contrariou as apostas

Diziam que não faria nem 40 votos. Fez mais de 600. Na política, isso tem nome: erro de leitura da elite sobre o sentimento popular. Subestimaram o “gordinho”. O eleitor não.

Política raiz ou personagem?

O apelido virou marca. Mas a dúvida que fica é: estamos diante de um personagem político… ou de um político que nunca deixou de ser quem é? No cenário atual, autenticidade vale mais que currículo.

Quatro mandatos não são acaso

Chegar é difícil. Permanecer é outra história. Gordinho está no quarto mandato. Isso não acontece só com simpatia. Tem base, tem voto e tem presença. A pergunta que fica: até onde vai esse projeto político?

Vereador ou articulador?

Mais do que legislar, ele atua como ponte — principalmente na busca de recursos. O exemplo mais recente: R$ 150 mil para a APAE. Pode parecer pouco para Brasília, mas faz diferença real na ponta. Política municipal hoje se resume a isso: quem traz resultado, sobrevive.

De Marechal para voos maiores?

Já testou as urnas como candidato a deputado e foi bem dentro do município.

Fica o cenário: liderança local consolidada, nome conhecido e histórico de votos Está se preparando para algo maior ou vai seguir no jogo municipal?

A força da origem

Num ambiente onde muitos políticos vêm de estruturas prontas, Gordinho vem da base — e isso ainda pesa. A política anda desacreditada…Mas histórias reais ainda furam a bolha.

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Edição nº2818 – 27/03/2026

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