Novo site
Meus sinceros reconhecimentos a toda a equipe do Departamento de TI da Prefeitura de Toledo, coordenada pelo profissional Robson Vozniak, pelo novo site publicado nessa quarta-feira. Novo em tudo, a começar pelo seu layout bem cognitivo. As opções ficaram práticas, simples, e agora, com a opção de buscas, que não era disponível no antigo site.

R$ 8 milhões em drogas
Será que essa apreensão de cinco toneladas de drogas avaliadas em R$ 8 milhões, oriundas de Toledo, tem algo a ver com aqueles mais de 800 quilos apreendidos em 2016?
Climão
Não foi muito “amistosa” a reunião do MDB nesse dia 15 de novembro. Os pratos não estavam ao gosto. Um se chamava 10 de outubro, e o outro, 15 de dezembro.
Climão II
Um dos meus “urubus” também grunhiu que o MP não gostou muito de uma viagem de dois secretários à capital de nosso estado. Parece que o presidente da República agrada uns e desagrada os togados.
Falha
No sábado, foi realizado o lançamento da ExpoToledo 2022, com as presenças de todas nossas lideranças. Entre elas, a do presidente do legislativo Leoclides Bisognin, que não teve o espaço aberto para se pronunciar. Mas o presidente da SRT, Daniel Augusto Schilke esteve na sessão ordinária pessoalmente para se desculpar pela falha do cerimonial.
Manifestos no Brasil
Munidos com bandeiras do Brasil e vestidos de verde e amarelo, manifestantes apoiadores do presidente Jair Bolsonaro, e em favor da “democracia”, foram às ruas das principais cidades do país nesta última terça-feira (15), feriado da Proclamação da República. Eles protestam contra o resultado das eleições de 2022.
Manifestos no Brasil I
Em Brasília, os manifestantes se reuniram principalmente no Setor Militar Urbano. Fernando Braga foi de Maringá, no Paraná, e se hospedou em um hotel na área central da capital. “Eu vim exclusivamente para a manifestação. Chegamos no domingo de madrugada, andamos 1.500 quilômetros de carro, 15 horas de viagem”, contou.
Manifestos no Brasil II
Além do Distrito Federal, pelo menos 14 estados registraram movimentação nas ruas, entre eles Rio de Janeiro, São Paulo, Espírito Santo, Pernambuco, Pará, Bahia e Mato Grosso do Sul.
Vereador Rossetto manda recado a esse colunista
Quero dizer ao Eliseu, da Gazeta, que escreveu que é uma vergonha abrir espaço de 15 dias aos suplentes de vereadores. “Eliseu, eu acho que não, porque quando se faz uma coisa pro bem, não é vergonhoso, pois fiquei fora por seis sessões, onde oportunizei dois suplentes… e no período da pandemia, eu doei meu salário para a compra de uma bomba de infusão para o bem da saúde”, disse o vereador.
Rossetto questionou o que foi escrito, como se esse jornalista estivesse ‘banalizando’ quando se faz boas ações.
O nobre vereador e agropecuarista é alguém que respeito e com quem me identifico. Isso, porque mesmo sendo ‘pelo duro’, nos respeitamos.
Acho que você e sua assessoria não souberam interpretar o que foi escrito
1º Não citei seu nome.
2º Não foi somente você que cedeu apenas os 15 dias (Enfermeiro Alex, do Patriotas).
3º Questionei e continuarei questionado o regimento que permite essa ‘VERGONHA’, pois a normativa sequer dá suporte para que os suplentes tenham condições de assumir a cadeira possuindo entendimento sobre as leis.
4º Sobre a sua ‘boa ação’ de doar todo seu salário para comprar aquela bomba de infusão, esse colunista foi único que fez transmissão ao vivo. Concorda?
Para refrescar vossas memorais, vou reproduzir a coluna
A vergonha dos 15 dias
O que leva um vereador eleito a abrir espaço de apenas 15 dias para seu suplente? Melhor, o que esse suplente fará com apenas 15 dias perante o sistema legislativo (regimento) que exige três sessões plenárias para a aprovação de um projeto de lei?
A vergonha dos 15 dias I
Os trabalhos mais interessantes dos vereadores estão nas comissões. São nelas que o edil entende os ‘meandros’ das leis e poderá dar seu parecer. Pergunto: Como esse suplente terá a chance de adquirir conhecimento para discutir as proposições do Executivo, ou dos próprios edis nas comissões, se regimentalmente eles têm 10 dias para dar parecer?
A vergonha dos 15 dias II
O regimento é claro: cada projeto de lei é discutido e votado em uma sessão, pulando-se outra para ser discutido na terceira. Ou seja, o vereador nem consegue votar duas vezes dependendo do dia em que assumiu. Ele teria que participar de ao menos três sessões. Creio que os suplentes não devam aceitar isso e exigir dos partidos aos quais estão filiados que as licenças sejam de no mínimo 30 dias.





