Entrega da LDO 2022 na Câmara Municipal. Foto: Carlos Rodrigues/Secom

Na tarde dessa sexta-feira, o prefeito Beto Lunitti fez a entrega à Comissão de Finanças e Orçamento da Câmara Municipal de Toledo, da LDO – Lei de Diretrizes Orçamentária – de 2022 para ser analisada, revisada e alterada caso venha necessitar.

“Ideologia de gênero”

Em tom de desabafo, o prefeito Beto Lunitti foi enfático afirmando àqueles que estão demonizando o Plano de Educação, o chamando de “diabólico”: “Não aceito porque isso [ideologia de gênero] não está escrito em linha alguma do plano, relembrando que tudo o que está nele contido foi aprovado pelas instituições privadas e públicas, sem que o Executivo tenha acrescido ou suprimido uma linha sequer”.

“Ideologia de gênero” I

Para deixar mais claro, Beto informou que somente a Câmara Municipal de Toledo tem o poder de fazer as alterações. “Não vou ficar quieto diante desse alvoroço de gente que se dizem (sic) cristãos, quando na verdade estão profanando heresias. Nesse plano de educação só constam propostas de uma educação de ‘excelência’ focada na família”, concluiu Beto Lunitti.

Veja o pronunciamento do prefeito na Câmara:

Mais um capítulo – agência de publicidade

Comunicamos que o edital da licitação 001, cujo objeto é “serviço de publicidade prestado por agência de propaganda” SOFREU ALTERAÇÕES NO EDITAL. Lá se vão mais seis meses de “vazio sanitário” pela quinquagésima vez em todas as gestões de Toledo. Haja falta de competência!

“Processem-me”

“Estou com um sentimento de ‘tristeza’, de ‘nojo’ ao ver uma manchete estampada em capa inteira que remete a cidade de Toledo, ao ‘tumulo’, ao invés de aplaudir os esforços daqueles que se entregam a saúde pública”, disse o presidente Leoclides Bisognin em tom de desabafo durante a sessão de entrega da LDO na Câmara Municipal. Processem-me, por favor, disse o vereador, que proferiu outras apalavras.

Assista:

Informações vitais do jornalismo sério

Quero lembrar a todos, principalmente aos servidores da Saúde de Toledo, que em época de pandemia, as informações que são publicadas devem ser responsáveis e éticas porque focamos “informações vitais”.

Como jornalista, evito divulgar os números da contaminação pelo vírus para não amedrontar, causar pânico ou fazer sensacionalismo. A postura minimamente esperada de um jornalista, ou de um meio de comunicação, nestes tempos de pandemia é pensar primeiro na vida das pessoas, sem menosprezar os acontecimentos, como por exemplo, aquela nota de colapso na saúde que foi publicada pelo município que é muito instigante e reticente…

Creio que a cobertura da Covid-19 é vital e deve ser feita da melhor maneira, sem economizar nos dados científicos, nos fatos, nas entrevistas com profissionais de saúde, com autoridades, nas histórias de quem está na linha de frente do combate à doença. Mesmo com estruturas pequenas e as limitações impostas pelas restrições de circulação, profissionais devem ter em mente que neste momento, mais do que nunca, o bom jornalismo ajuda a salvar vidas. Essa é a linha que todos da Redação da Gazeta cumprem.

Não quero ser o dono da verdade, mas precisava escrever meu ponto de vista profissional e também respeitar o ponto de vista de meus colegas de profissão, que nesse caso, entendo eu, tentaram chamar a devida atenção não só dos gestores, como também de parte da população toledana que só entende de respeito quando a coisa fica “preta” dentro de seu habitat.