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Setor produtivo celebra impactos da conclusão do Contorno viário de Palotina

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Foto: assessoria

A entrega das obras do Contorno Viário de Palotina (nova PR-945) e do viaduto na interseção com a PR-182 marca uma virada na dinâmica econômica do Oeste paranaense. A intervenção de 15,2 quilômetros, projetada para retirar o fluxo diário de veículos pesados da área central do município, já reflete diretamente em dois pilares locais: o fortalecimento do varejo e a eficiência da logística agroindustrial.

Para Adir Meinerz, presidente da Associação Comercial e Empresarial de Palotina (Acipa), o desvio do tráfego pesado transformou a rotina do município. “Com a saída das carretas do centro, temos recebido muitos elogios e agradecimentos de moradores e empresas da rota antiga. A abertura do contorno trouxe um alívio imediato no custo de manutenção do pavimento, maior qualidade da pista e uma queda na ocorrência de acidentes que certamente se confirmará nos dados futuros. Mas o maior ganho da população é a sensação de segurança e a diminuição dos ruídos. Além disso, a nova infraestrutura já está atraindo investimentos, novos negócios, empregos e renda”, afirma o presidente da Acipa.

Segundo o dirigente, a obra representa uma conquista histórica para a região. “O sentimento geral é de que fomos finalmente ouvidos e atendidos. Isso demonstra que as parcerias público-privadas são um dos melhores caminhos a serem seguidos. Na sua grande maioria, a comunidade está extremamente feliz com os benefícios gerados”, conclui Meinerz.

EFICIÊNCIA E ESCOAMENTO DA SAFRA – Na outra ponta da cadeia econômica, o setor agroindustrial colhe os ganhos de produtividade com a redução nos tempos de deslocamento. O trecho conecta rotas estratégicas entre os municípios de Toledo, Assis Chateaubriand, Terra Roxa e Guaíra e serve como canal de acesso rápido às unidades da cooperativa C.Vale.

O presidente da C.Vale, Alfredo Lang, destaca que a obra viária traz pelo menos três vantagens diretas: a otimização logística, o aumento da segurança com a redução de cruzamentos perigosos e a maior fluidez nas vias urbanas. “Para o produtor que está colhendo, por exemplo, é uma economia significativa de tempo, em torno de oito a dez minutos a menos por viagem. Os caminhões e carretas passam por fora da cidade, sem a necessidade de parar em sinaleiros ou reduzir a velocidade em quebra-molas. Isso faz com que o veículo retorne à lavoura em um prazo muito menor”, explica Lang.

O presidente ressalta ainda que, além de gerar menor consumo de combustível e menos desgaste na frota pesada, a nova infraestrutura é um fator que auxilia no planejamento de futuras expansões do complexo industrial.

INVESTIMENTOS CONTINUAM NA REGIÃO – Complementando esse cenário, o Governo do Paraná iniciou em julho de 2026 o processo de licitação para obras de melhoria em 104,60 quilômetros de rodovias estratégicas (PRC-467 e PRs 495, 497 e 488). O projeto prevê a implantação de 22,25 km de terceiras faixas para eliminar gargalos operacionais, reduzir o tempo de viagem e aumentar a segurança no escoamento da produção agroindustrial na região.

Com investimento público e planejamento de longo prazo, a infraestrutura viária no município reconfigura o desenho urbano de Palotina, equilibrando a oferta de segurança e bem-estar para a população com a demanda por competitividade logística no campo.

RECONHECIMENTO NACIONAL – A transformação sentida no Oeste do Paraná acompanha a percepção positiva da população sobre os investimentos viários no Estado. Segundo dados da mais recente pesquisa Genial/Quaest, o Paraná lidera o ranking nacional com a infraestrutura mais bem avaliada do Brasil, alcançando 59% de aprovação na área — o maior índice entre os dez maiores estados pesquisados. Quando somada aos que consideram o setor regular, a aprovação da mobilidade e infraestrutura paranaense atinge 88% da população.

Fonte: assessoria de imprensa – CDI Comunicação

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