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Setembro Verde: 33 pessoas receberam um órgão captado na Hoesp em 2024

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Nesta sexta-feira, 27 de setembro, é o Dia Nacional da Doação de Órgãos, e é dia de ressaltarmos o recomeço de muitas pessoas que conseguiram passar pelo transplante. Somente neste ano, 33 pessoas receberam um órgão que foi captado na Hoesp/Hospital Bom Jesus. Entre os órgãos doados estão rim, fígado e coração, mas o número aumenta se for contabilizado também os tecidos, córneas e válvulas cardíacas. “Temos uma equipe muito competente e treinada no hospital quando tratamos de doação de órgãos. Nosso diferencial é a confiança de que todos os recursos médicos foram utilizados para tentar salvar a vida do paciente, tudo que estava ao nosso alcance foi feito. E isso dá uma serenidade para que os familiares possam optar por esse ato tão benevolente”, avalia o neurologista da Hoesp, Wilson Gomes Junior.

O protocolo de morte encefálica nacionalmente é realizado conforme o protocolo estabelecido pela Sociedade Brasileira de Neurologia. São avaliados reflexos do paciente, teste de apneia e exames que confirmam a morte encefálica. “É importante ressaltar que todas as tratativas para a doação de órgãos são realizadas em conjunto com a equipe multidisciplinar e também em apoio com a OPO Cascavel. Depois da confirmação da morte encefálica nos reunimos com os familiares para fazer o acolhimento e dar todo o suporte necessário. Quando os familiares entendem esse processo do diagnóstico, começamos a falar sobre a possibilidade de salvar outras vidas”, explica o coordenador da Comissão Intra-hospitalar de Doação de Órgãos e Tecidos para Transplante (Cihdott) da Hoesp, Itamar Weiwanko.

Somente em 2024 foram 20 protocolos iniciados e 19 autorizações para doação de órgãos, uma taxa de aceite próxima a 95%. “O hospital é referência na taxa de aceite a nível estadual e nacional e tem se mantido nessa porcentagem há alguns anos. Isso se dá ao compromisso e parceria de toda equipe nas conduções relacionadas à doação de órgãos”, ressalta Itamar.

No Paraná 4 mil pessoas aguardam por um órgão no Sistema Estadual de Transplante. “É uma fila que nunca diminui. A identificação precoce da necessidade de transplante aumenta em uma velocidade muito rápida. A maior fila é a do rim, com mais de 2 mil pessoas. Nesse caso o paciente consegue aguentar muitos anos na fila fazendo a hemodiálise, diferente de outros órgãos que o transplante precisa ser mais rápido”, diz o coordenador da Organização à Procura de Órgãos do Paraná (OPO Cascavel), Marcelo de Souza Furtado.

Em números a Hoesp teve em 10 anos 298 autorizações familiares para doação de órgãos. “Cada autorização resulta em média em 2 a 3 órgãos, então imagina quantas pessoas não tiveram a oportunidade de um recomeço, isso graças a um trabalho bem executado, com dedicação, humanização e acolhimento. É um esforço de toda equipe para ter um bom resultado, e a Hoesp é a que mais se destaca no número de autorizações no Estado”, finaliza Marcelo.

Fonte: Hoesp

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