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Representatividade importa – e muito!

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No começo dessa semana, o deputado federal Dilceu Sperafico (PP) concedeu entrevista à Gazeta de Toledo, após ter realizado uma espécie de prestação de contas de suas atividades e, destacando a importância da representatividade política para cidades-polo como Toledo. Ao longo da conversa, reforçou que o município tem colhido resultados concretos graças à presença de parlamentares comprometidos com Toledo.

R$ 47 milhões para Toledo: um dado que fala por si

Entre 2024 e 2025, Sperafico já viabilizou mais de R$ 47 milhões em recursos para Toledo. Apenas em 2025, já são R$ 23,8 milhões aplicados em áreas essenciais. Os dados escancaram o impacto direto que um mandato local pode ter no desenvolvimento de um município.

Para onde foram os recursos?

SetorValor estimado% do total
SaúdeR$ 21.960.00046,2%
Infraestrutura, Obras e agricultura R$ 8.400.00017,7%
Assistência SocialR$ 7.850.00016,5%
Esporte e LazerR$ 5.650.00011,9%
Segurança PúblicaR$ 2.260.0004,5%
EducaçãoR$ 650.0001,4%
Turismo e CulturaR$ 1.000.0002,1%
Outros-R$ 24.4100,05%

Por que precisamos de deputados de Toledo?

Presença na ALEP faz falta:
Mesmo com a atuação destacada de Sperafico em Brasília, Toledo hoje não conta com um representante direto na Assembleia Legislativa do Paraná e apenas dois nomes externos escolhidos. Essa lacuna limita a defesa de pautas local e regionais no parlamento estadual.

Histórico forte de representatividade:
Em outras legislaturas, Toledo chegou a ter até três parlamentares atuando simultaneamente, o que refletia diretamente em mais conquistas, maior articulação política e visibilidade regional.

Recursos só vêm com articulação:
A força de um deputado local se mostra na capacidade de dialogar com ministérios, secretarias e lideranças estaduais, garantindo recursos para hospitais, estradas, escolas e projetos sociais.

O futuro: Sperafico indica possível nome para 2026

Dilceu Sperafico também falou sobre a necessidade de Toledo voltar a ocupar espaço na política estadual. Citou, inclusive, que seu filho, Natan Sperafico (PP) — que já ocupou uma cadeira na ALEP — pode colocar novamente seu nome à disposição da população em 2026.

Conclusão: quem não tem voz, perde vez

A entrevista de Sperafico é um alerta claro: a ausência de representantes locais enfraquece Toledo politicamente. Os recursos só chegam com esforço, articulação e presença nos centros de decisão.
É preciso repensar o voto regional e recuperar o protagonismo político que Toledo já teve — e merece ter novamente.

O botão da consciência

Toledo é uma cidade que se orgulha do seu tamanho, do seu povo trabalhador, do seu papel de liderança regional e como capital do Agro do Paraná há 12 anos. Mas quando chega a hora de se fazer ouvir nas urnas, tem falhado no essencial: eleger quem realmente representa a cidade com força, preparo e possibilidade de conquistar resultados concretos.

A entrevista recente do deputado federal Dilceu Sperafico (PP) foi mais do que uma prestação de contas. Foi um alerta. Mais de R$ 47 milhões em recursos destinados ao município entre 2024 e 2025. Dinheiro real, aplicado em áreas que tocam diretamente a vida da população: saúde, infraestrutura, assistência social, segurança, educação. Coisa de gente que tem voz onde as decisões são tomadas.

E aqui entra a pergunta que não quer calar: até quando vamos continuar desperdiçando votos com pangares, parentes e aventureiros?

Sim, porque eleição virou terreno fértil para a mistura perigosa de vaidade, oportunismo e ilusão. Cada vez mais surgem candidaturas “caseiras”, sem estrutura, sem voto fora do bairro — muitas vezes sustentadas por interesses familiares, vaidades pessoais ou pela simples esperança de fazer número para barganhar migalhas depois.

Pior ainda são os que tentam comprar o voto com favores, promessas mirabolantes ou aquele velho “presentinho” de campanha. Vendem a ilusão de que basta apertar um número para tudo se resolver. E quando os resultados não vêm — ou quando o dinheiro para saúde não chega, a estrada não é pavimentada ou a segurança continua frágil —, sobra a indignação do mesmo eleitor que escolheu errado.

Toledo já teve até três parlamentares atuando simultaneamente, com resultados visíveis. Hoje, amarga o silêncio na Assembleia Legislativa do Paraná. E isso tem um preço alto. Sem voz, sem vez. Sem representante, sem prioridade.

Está na hora de o eleitor de Toledo apertar o botão da consciência. Olhar para os nomes que têm chances reais, que conhecem o caminho das pedras, que sabem dialogar com o poder público, que já mostraram, de alguma forma, que sabem entregar.

Chega de apostas no escuro, de “novidades” que somem no dia seguinte à eleição. Chega de parente-candidato que só quer engordar currículo. Chega de voto jogado fora.

O voto é a ferramenta mais poderosa que temos. Mas também pode ser o nosso maior erro, se usado mal.
Em 2026, que Toledo deixe de lado os pangares e escolha cavaleiros preparados. Que dê crédito a quem tem conteúdo, estrada e chance. E que, por fim, volte a ocupar o espaço de protagonismo que nunca deveria ter perdido.

Porque, no fundo, o que está em jogo não é só uma cadeira. É o futuro de toda uma cidade.

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Edição nº2811 – 02/03/2026

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