Generic selectors
Exact matches only
Search in title
Search in content
Post Type Selectors
Fonte de dados meteorológicos: Wettervorschau 30 tage
Generic selectors
Exact matches only
Search in title
Search in content
Post Type Selectors
Generic selectors
Exact matches only
Search in title
Search in content
Post Type Selectors

Refugiados e migrantes no Oeste do Estado foram tema de reunião da Polícia Federal e Cáritas Paraná

h

Facebook
WhatsApp
LinkedIn

O Paraná é o segundo Estado com maior número de migrantes e refugiados do país

Na última quinta-feira (06 de abril), a Cáritas Brasileira Regional Paraná, junto às entidades-membro dos municípios paranaenses de Toledo e Cascavel, realizaram uma reunião com a Polícia Federal, em Curitiba. O tema da reunião foi o atendimento da população de migrantes e refugiados que residem no Oeste do Paraná. Atualmente, existe na região uma alta demanda pelos serviços prestados pela Polícia Federal.

O Paraná é o segundo Estado do Brasil que mais recebeu migrantes venezuelanos, de acordo com os dados do ACNUR e OIM, em parceria com o Governo Federal, por meio da Operação Acolhida, totalizando 17. 154 pessoas. Somente o município de Cascavel recebeu 2.083 migrantes venezuelanos, sendo o oitavo município brasileiro com maior número de pessoas interiorizadas pelo programa.  (http://aplicacoes.mds.gov.br/snas/painel-interiorizacao/ ) Além disso, outras nacionalidades se encontram no Estado do Paraná, que também necessitam dos serviços de regularização migratória, como solicitações de residência e de refúgio. Estes serviços são prestados pela Polícia Federal.

A Cáritas Paraná, a partir das ações de suas entidades-membro, as Cáritas Diocesanas, junto à Polícia Federal, vem realizando atendimentos de regularização migratória e solicitações de refúgio. De acordo com a secretária executiva da Cáritas Brasileira Regional Paraná, Márcia Ponce, “a algum tempo, a Cáritas vem identificando uma grande dificuldade na região Oeste do Estado, de alta demanda pela busca de emprego e barreiras encontradas quando a regularização migratória não está em dia ou quando não conseguimos encaminhar esse migrante para que ele realize a sua solicitação de refúgio ou pedido de residência na Polícia Federal”.

A reunião foi realizada com o Delegado da Polícia Federal no Paraná, José Alberto Freitas, que destacou a importância da reunião para solucionar o problema. “Não vamos medir esforços para proporcionar uma rápida resposta para a Região Oeste. Algumas estratégias já estão em andamento para que o fluxo de atendimento seja compatível com a necessidade”, ressaltou José Alberto Freitas. Para os próximos dias, uma nova reunião, agora no município de Cascavel, com a Polícia Federal local, está prevista para avaliar e definir as estratégias de como resolver o problema.

Fonte: Assessoria

Veja também

Publicações Legais

Edição nº2811 – 02/03/2026

Cotações em tempo real