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Recomendação Administrativa do MPPR à Câmara de Toledo

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Publicidade que virou escândalo – Nuvens negras e rastros fétidos

Primeiro, dois vereadores afastados por pedirem “propina”. Depois, investigações sobre “fake news” (em sigilo). Agora, o capítulo da vez: a lambança do ex-presidente, apelidado pelos corredores de “no-cego” — aquele que, onde passa, deixa um rastro que ninguém aguenta.

Desta vez, a bronca não é de pouca monta: trata-se da farra da publicidade e propaganda. Acertadamente, enquanto presidia a Casa, este jornal foi solene em ignorar (não aceitou verbas por saber que teria problemas devido a sua grande sede de gastar a qualquer preço) o pedido de inserções na distribuição dos anúncios oficiais. Coincidência? Quem sabe. Mas pelo jeito, se a corda apertar, o “no-cego” não cai sozinho — vai arrastar alguns coleguinhas junto. Me preocupo com aqueles diretores de uma tv que estiveram por dois dias seguidos na sala da presidência.

O puxão de orelha do MP

O Ministério Público do Paraná (MPPR), por meio da 4ª Promotoria de Justiça de Toledo, soltou uma recomendação formal à atual presidência da Câmara. O motivo? Indícios de que a gestão anterior transformou os cofres públicos destinados à publicidade em cofre pessoal de “campanha permanente”.

O alvo principal é o ex-presidente Dudu Barbosa, já afastado do cargo pelo próprio MP, acusado de fazer chover notas frias no quintal da Câmara.

O contrato que engoliu milhões

Em 2024, a Câmara fechou contrato com a agência Serapio Comunicação Integrada Ltda., no valor de R$ 410 mil. Até aí, tudo dentro da lei. O problema é que, em apenas cinco meses, foram torrados R$ 301 mil. Nem Black Friday gasta tão rápido.

As irregularidades na vitrine

Segundo o MP, os indícios não deixam dúvidas:

  • Consumo acelerado de verba pública, sem justificativa proporcional.
  • Possível duplicidade de remuneração, com pagamentos por serviços que já estavam incluídos.
  • Falta de fiscalização técnica, já que as peças publicitárias eram aprovadas direto pelo presidente.
  • Cobranças suspeitas por meras adaptações, com cara de superfaturamento.

A receita do Ministério Público

Para não deixar a porteira aberta, o MP recomendou:

  • Suspensão imediata do edital para nova contratação de agência de publicidade (Concorrência nº 01/2025).
  • Esperar a apuração técnica do Tribunal de Contas do Estado do Paraná (TCE-PR) para calcular o tamanho do rombo.

A resposta da Câmara

O atual presidente, Gabriel Baierle, não quis arriscar e resolveu jogar na retranca. Acatou parcialmente a recomendação e mandou revisar o edital, acrescentando cláusulas que:

  • Limitam os gastos por campanha.
  • Proíbem a duplicidade de remuneração.
  • Reforçam a fiscalização técnica.

Ou seja, o processo licitatório segue, mas com travas extras para evitar que a publicidade institucional vire novamente “propaganda pessoal”.

E a novela continua…

Entre vereadores afastados, fakes, contratos gordos e recomendações do MP, a Câmara de Toledo parece competir com as séries de streaming: cada semana, um episódio novo. A diferença é que aqui, o roteiro custa caro — e quem paga a assinatura é o contribuinte.

Dia Nacional da Cachaça

Neste 13 de setembro, o Brasil celebra o Dia Nacional da Cachaça, bebida símbolo da nossa cultura. A data foi criada pelo Instituto Brasileiro da Cachaça (Ibrac), em 2009, lembrando o ano de 1661, quando a Corte Portuguesa liberou sua comercialização após forte resistência popular.

Live dupla e imperdível

Para marcar a data, neste sábado (13), teremos uma live especial.

  • Itamar Menegotto, empresário agrícola e cachacista reconhecido, revela os segredos da produção artesanal da cachaça — tradição que transforma cana-de-açúcar em história engarrafada.
  • Na sequência, Jair Roberto Pagnussat, vice-presidente da comissão da Festa do Porco no Rolete, traz novidades sobre preços, horários, concurso e as expectativas de público para o evento gastronômico mais saboroso do Brasil.

Cachacista, sim! Cachaceiro, não!

Quem fabrica a cachaça é mestre alambiqueiro, cachacier ou cachacista. O termo “cachaceiro”, apesar de popular, carrega conotação negativa, associada ao excesso no consumo. O importante é valorizar quem transforma a tradição em arte líquida.

Porco no Rolete: tradição servida no prato

Além da cachaça, a boa mesa está garantida com a tradicional Festa do Porco no Rolete. A expectativa é de público recorde, consolidando o evento como um dos mais saborosos e disputados do Brasil.

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