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“Quando o cargo serve às pessoas, a história agradece”

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Quando falamos das pessoas que fazem história, falamos daqueles que não medem sucesso em cifras, mas em gestos, caráter e legado. São os que aprenderam “a quebrar pedras para calçar a própria estrada” — e, ainda assim, estendem a mão para que outros avancem. Quem ocupa cargo público precisa compreender essa diferença: somar e dividir é grandeza; reter e acumular é pequenez. O tempo trata de mostrar quem serviu à função — e quem serviu a si mesmo.

As pessoas nas nossas vidas

A verdadeira medida do trabalho na comunicação não está apenas em manchetes e prêmios, mas nas pessoas que cruzam nosso caminho. Ver alguém que um dia orientamos conquistar espaço, amadurecer profissionalmente e agir com respeito ao que faz é das maiores recompensas que esta profissão oferece. Em mais de quatro décadas de imprensa, tenho o privilégio de dizer que apadrinhei muitos — e a grande maioria honrou a confiança. Os poucos que se perderam pelo caminho, decepcionaram a si mesmos, não quem os indicou.

Não é sobre cargos — é sobre caráter

Há quem confunda oportunidade com atalho. A comunicação revela caráter: alguns crescem, outros estacionam no primeiro barranco. Uns preferem o esforço diário; outros buscam aplauso fácil. A vida ensina — às vezes com paciência, às vezes com dureza — que ninguém chega longe sustentado apenas por vaidade. Quem constrói degrau por degrau permanece.

Comunicação também é cuidado com pessoas

Ao longo da caminhada encontrei profissionais brilhantes que atravessavam momentos difíceis. Com diálogo e apoio, é possível reencontrar sentido, se reorganizar e retomar projetos. Comunicação é, antes de tudo, relação humana: ouvir, orientar, estender a mão quando necessário — e celebrar quando essas pessoas se reerguem e seguem sua estrada.

Os que pavimentaram a própria estrada

Muitos aprenderam “a quebrar pedras” — a construir seu próprio caminho com disciplina e trabalho. Alguns seguiram adiante, outros decidiram parar. Faz parte: cada um escreve a própria história. O que fica, para quem ensina, é a certeza de que a semente foi plantada. O resto é escolha.

Nomes que marcaram o rádio e a comunicação

Toledo e região têm uma geração de profissionais que ajudaram a qualificar o rádio e a comunicação: Milton Martins – Rádio Guaçu, João Teixeira – hoje na Prefeitura, Jhow Baros – duas décadas na Capital FM, em Cascavel, Ivan Luiz Schneider – iniciou na produção e locução comercial em meus estúdios, Adriano Santoro (Adriano Schok) – Bianca FM (Umuarama), Capital FM (SP) e atuação internacional.  São trajetórias que orgulham quem acredita que a comunicação é profissão séria, com método, ética e responsabilidade pública.

Os que ficaram pelo caminho

Houve quem preferisse atalhos, vaidades, facilidades. Não cabe lista, nem exposição. Basta registrar um fato: a vida cobra coerência. Quem planta responsabilidade colhe respeito; quem planta improviso colhe esquecimento. E está dito.

Reconhecimento que encerra o ano com chave de ouro

Encerrar o ano recebendo a notícia de que mais um desses jovens que passaram por nossas redações atingiu posição de destaque é motivo de emoção e senso de missão cumprida. Não é sobre ego. É sobre ver que o investimento humano valeu a pena.

Nome e endereço do mérito

Refiro-me a Luan Albanezi, hoje pai de família e profissional consolidado. Passou pela Gazeta, aprendeu, discordou quando precisou, cresceu — e seguiu. Em janeiro de 2026 assumirá a Assessoria de Imprensa da Prefeitura de Pato Bragado, sua terra natal, após uma caminhada em diversas empresas e setores. Mérito, preparo e compromisso.

Mérito também é política pública

Parabéns ao prefeito Jhon e à equipe de governo por dois motivos muito claros: valorizar profissionais do próprio município, escolher comunicação técnica, e não apenas política

Quando o poder público profissionaliza a comunicação, ganha o governo — e sobretudo ganha o cidadão.

Para concluir — sementes que florescem

Não coleciono cargos; coleciono histórias. Quando alguém volta e diz “obrigado pelo que me ensinou”, entendo que valeu enfrentar madrugadas, pressões e incompreensões. A maior manchete que um jornalista pode assinar é esta: ajudar pessoas a se tornarem melhores do que eram ontem.

E seguimos. Porque ainda há muitas sementes para plantar.

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Edição nº2807 – 29/01/2026

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