O viés de melhora no quadro epidemiológico da Covid-19 em Toledo observado na semana 41 foi confirmado na 42 (11 a 17 de outubro), o que fez o Centro de Operações Emergenciais (COE) manter o alerta amarelo em relação à doença causada pelo novo coronavírus (Sars-Cov-2). Após reunião realizada na tarde desta terça-feira (20), o grupo de trabalho chegou a este entendimento após avaliar os seis critérios que compõem a matriz de risco criada pelo Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) e pelo Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems).

Entre os dados levados em conta está a redução de 3,23% no número de novos casos (de 124 para 120) e de 75% na quantidade de óbitos (de 4 para 1). Também houve queda na taxa média de ocupação de leitos de unidade de terapia intensiva (UTI) em hospitais que atendem pelo Sistema Único de Saúde (SUS) na Macrorregional Oeste, passando de 48,87% na semana 41 para 46,24% na 42.

O número de pacientes ativos (que ainda têm o Sars-Cov-2 em seu corpo) diminuiu 

34,69% no período (de 245 para 160), elevando a taxa de recuperação de 94,66% para 96,17%. “São dados que nos deixa mais tranquilos, mas isso não significa que devemos deixar para lá todos aqueles cuidados que estamos tendo desde o começo da pandemia. Ainda não é momento de fazermos aglomerações ou de sair de casa sem necessidade. Se for fazer isso, devemos continuar usando máscara do jeito certo, isto é, cobrindo totalmente nariz e boca. No dia a dia, permanece a recomendação de higienizar as mãos várias vezes ao dia com água e sabão ou álcool em gel”, aconselha a médica do Departamento de Gestão da Secretaria Municipal de Saúde, Gabriela Kucharski

Gabriela observa ainda que é fundamental a observância em relação a alguns sintomas, como perda de olfato e/ou paladar e os típicos da gripe (febre, tosse, dor de garganta e falta de ar). “Quem estiver em meio a alguma destas situações precisa procurar o quanto antes assistência médica, seja nas ‘unidades-sentinelas’ dos bairros Panorama, Cosmos ou Santa Clara ou no PAM [Pronto Atendimento Municipal]. Quanto antes esta pessoa buscar ajuda, menor é a chance de o quadro se agravar, evitando, assim, internações e óbitos”, pontua.

Fonte: Secretaria Municipal de Comunicação