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Projeto “Educar para Inovar” do Biopark recebe o Selo Sesi ODS 2023 

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Concluir os estudos é motivo de orgulho na trajetória educacional de todo estudante. A glória é ainda maior no caso de jovens e adultos que, muitas vezes, têm que conciliar as aulas com o próprio trabalho e o sustento da família. E para evidenciar ainda mais que a educação é a mola propulsora do Biopark, na última quinta-feira (7) o Ecossistema, junto com o Biopark Educação, recebeu o Selo Sesi ODS 2023, pelo reconhecimento do projeto “Educar para Inovar”, que tem o objetivo de diminuir o absenteísmo e aumentar a valorização profissional dos colaboradores.   

A proposta do projeto, em execução desde julho de 2022, é fomentar, por meio de iniciativas educacionais, a valorização e a facilitação da conclusão dos estudos para colaboradores que, por razões diversas ao longo de suas trajetórias, necessitaram abdicar à educação formal. “Neste projeto o foco é diretamente vinculado a parte educacional de nossos colaboradores da construção civil e serviços gerais que desejem concluir seus estudos. Esta iniciativa oferece à empresa oportunidades de retenção de colaboradores e de enriquecimento profissional, associadas a um programa educacional”, conta a coordenadora do projeto e assistente social do Biopark, Mariana Cecílio. 

Biopark e Sesi 

Na rede Serviço Social da Indústria (Sesi) a metodologia usada na EJA tem apresentado bons resultados em relação à formação dos estudantes. A rede, que oferece vagas gratuitas, tem a maior taxa de conclusão do país – 50% superior em relação à EJA pública 

A parceria com o Biopark disponibiliza vagas para a conclusão do Ensino Fundamental II e Ensino Médio. Realizado de forma virtual, o colaborador tem a obrigatoriedade de comparecer de forma semipresencial uma vez por semana, com um tutor online, em horário de trabalho. O tempo dedicado aos estudos para o Ensino Médio é de um ano e meio, enquanto para o Ensino Fundamental II é de dois anos. 

Foto: assessoria Biopark

No caso do Biopark, as aulas acontecem às quintas-feiras no período vespertino, no prédio Charles Darwin, do Biopark Educação. “Podem ser abertas até duas turmas do EJA por ano, a depender da demanda e das matérias que estão sendo aplicadas. Também são disponibilizados salas e computadores para os colaboradores assistirem as aulas virtuais, além de sempre ter um tutor em sala para auxiliá-los”, explica a coordenadora. 

Para o próximo ano, a previsão para a abertura de uma nova turma é fevereiro de 2024. Para fazer a inscrição com antecedência basta solicitar, preencher e entregar os documentos necessários no setor de Serviço Social.  

Construindo o Futuro 

No Brasil, 66 milhões de pessoas com mais de 18 anos não têm o ensino médio completo. Do total de estudantes que iniciam o ensino fundamental no país, 30% não concluem a educação básica. Esses números mostram a necessidade de maior investimento em programas educacionais como o como a EJA – Educação de Jovens e Adultos – para melhorar a formação de jovens e adultos e, consequentemente, reduzir a evasão escolar no país. 

No Biopark, o colaborador Benedito Carneiro, contramestre de obras, não constrói apenas estruturas físicas, mas também solidifica a base de seu próprio futuro. “Sempre tive vontade de terminar pelo menos o Ensino Médio, mas a vida não foi fácil. Morei no sítio por muito tempo e tinha que estar sempre trabalhando. Comecei a trabalhar no Biopark, e pouco tempo depois, estar neste ambiente me inspirou a continuar os estudos”, relembra Benedito.  

Ao entrar pela primeira vez na sala de aula, ele sentiu uma mistura de medo e alegria. “Era assustador retornar à rotina de estudos, mas a alegria de me sentir novamente envolvido pelo aprendizado superou qualquer receio. Me sinto muito feliz”, conta ele, que adora matemática.  

E Benedito não pretende parar. “Depois de 20 anos já trabalhando no setor de obras, eu quero estudar engenharia. A família está sempre apoiando. Espero que minha história possa servir de inspiração para todos que enfrentam desafios em busca da educação e crescimento pessoal”, conclui. 

Fonte: assessoria Biopark

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