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Programa Conecta Suínos, da Copacol, aborda qualidade do ar nas pocilgas e problemas respiratórios nos animais

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Foto: Assessoria/Copacol

Cuidados com o manejo são indispensáveis em qualquer época do ano para evitar que os suínos adoeçam, mas o inverno exige maior atenção no dia a dia. Com o frio, aumentam os casos de problemas respiratórios provocados pela qualidade do ar nas pocilgas. Doenças como broncopneumonia, pleurite e pleurisia são a maior causa de mortalidade dos animais e também de condenação na indústria.

Esse foi o tema do Conecta Suínos, administrado pela médica veterinária Cíntia Maria Sartori. Para ela, o futuro da produção está nas mãos dos jovens cooperados, que precisam estar preparados para melhorar os resultados a cada lote. “Capacitar mão de obra é fundamental para fazer com os filhos fiquem nas propriedades e busquem melhorias nos resultados. Abordamos esse tema pela importância e como ele impacta não só na saúde dos animais, mas também na economia”, comenta a médica veterinária.

Foto: Assessoria/Copacol

Segundo os dados apresentados na reunião, as lesões pulmonares causadas por broncopneumonia podem provocar perca de até 900 gramas por animal a cada lote. Já as pleurites podem reduzir em 8,5% a velocidade da linha de abate, com até 840 quilos a menos de carne produzida a cada mil animais.

Para garantir bons resultados, a saúde desses animais precisa estar em dia e o manejo adequado é a chave. “A qualidade do ar impacta diretamente no sistema respiratório dos suínos. No inverno temos maior incidência de problemas de saúde devido ao manejo, um exemplo é o costume de fechar as cortinas da granja, o que impede a circulação de ar limpo e aumenta a proliferação de vírus e bactérias”, afirma Cíntia.

Além da parte teórica, os produtores puderam ver de perto as lesões causados nos pulmões dos animais e entender como essas doenças prejudicam a produtividade. “A Copacol se preocupa com o produtor e está sempre passando as novidades da nossa área de produção. Esses treinamentos nos ajudam a gente a levar esse conhecimento para o campo”, completa o cooperado André Junior da Silva, que trabalha com a esposa e o sogro na criação de 1,2 mil animais, na propriedade em Iracema do Oeste.

Fonte: Assessoria de Comunicação da Copacol

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