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Professores da Unioeste de Toledo são premiados por inovação aquícola

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Foto: Unioeste

O talento, a pesquisa e a extensão desenvolvidos no curso de Engenharia de Pesca da Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste), campus de Toledo, ganharam reconhecimento nacional durante a 8ª edição do International Fish Congress & Fish Expo Brasil (IFC), considerado o maior evento da cadeia do pescado e da aquicultura da América Latina, realizado em Foz do Iguaçu. Os professores Altevir Signor e Aldi Feiden foram contemplados com o Prêmio Necton, na categoria que reconhece iniciativas de inovação na formação profissional, pesquisa e extensão aquícola.

A premiação coloca em evidência o trabalho desenvolvido pela universidade em uma região que tem na piscicultura, especialmente na produção de tilápia, uma das principais atividades da cadeia produtiva.

Para o reitor da Unioeste, professor Alexandre Webber, a premiação confirma a relevância da pesquisa produzida em Toledo e a importância estratégica do curso para uma das principais regiões produtoras de pescado do país. “Durante o IFC, o professor Aldi e o professor Altevir receberam uma premiação em um dos maiores eventos de pesca do Brasil. Isso mostra a relevância das pesquisas realizadas no nosso curso de Engenharia de Pesca”, afirma.

Para o reitor, a conquista é fruto do trabalho de toda a comunidade acadêmica. “Parabenizamos os professores e ficamos contentes da Unioeste ter esse papel fundamental de desenvolvimento regional. Tenho certeza da relevância do nosso curso de Engenharia de Pesca e de toda uma equipe de professores e agentes universitários dedicados, além dos nossos acadêmicos”, diz.

Pesquisa que chega ao campo

“Receber esse reconhecimento para a Unioeste, em razão da trajetória e da excelência do nosso Curso de Engenharia de Pesca, é motivo de grande orgulho para o campus de Toledo e para a Unioeste como um todo”, destaca a diretora-geral da Unioeste de Toledo, Patricia Sala.

Segundo ela, a conquista é resultado de um trabalho coletivo envolvendo professores e estudantes. “É o reconhecimento de um trabalho construído ao longo de anos por nossos docentes e estudantes, que tem formado profissionais e pesquisadores de excelência e contribuído para o desenvolvimento da área”, afirma.

A atuação da universidade ganha ainda mais força com a formação voltada diretamente às necessidades do setor. “Essa trajetória também se fortalece agora com o curso de Tecnologia em Aquicultura, possibilitando a formação de profissionais qualificados para atender às novas demandas do setor”, acrescenta a diretora-geral.

Foto: Unioeste

Reconhecimento à trajetória

Um dos homenageados, o professor Altevir Signor, avalia que o prêmio representa mais do que uma conquista individual. Para ele, o reconhecimento valoriza uma trajetória construída dentro da universidade, envolvendo pesquisa, ensino e extensão. “A gente se sente valorizado pelas pesquisas, por tudo aquilo que fazemos na Universidade. É na Instituição que desenvolvemos esse trabalho, formamos recursos humanos na graduação e na pós-graduação, e esses profissionais atuam em diferentes setores da cadeia produtiva aquícola”, diz.

A atuação dos professores, porém, não fica restrita aos laboratórios e às salas de aula. A extensão aproxima a universidade de produtores, piscicultores e empresas, transformando conhecimento científico em soluções para o setor. “Somos muito fortes na extensão. Estamos constantemente em campo, trabalhando diretamente com produtores, piscicultores e empresas, efetivando parcerias, elaborando projetos e captando recursos”, afirma Altevir.

Universidade e setor produtivo lado a lado

O professor destaca que a aproximação com o setor produtivo é fundamental para transformar pesquisa em inovação e contribuir para um crescimento sustentável da aquicultura. “A gente tem sempre trabalhado nessa dinâmica de contribuir para o desenvolvimento e, por consequência, para a inovação no setor produtivo, fazendo com que o desenvolvimento aquícola seja sustentável”, explica.

A trajetória de Altevir também se confunde com a própria história da formação em Engenharia de Pesca na Unioeste. Ex-aluno do curso, ele retornou à instituição como professor e pesquisador. “Atuo em programas de pós-graduação e levo o nome da Unioeste sempre, inclusive em atuações internacionais, viajando para diferentes países e mostrando as pesquisas que fazemos”, conta.

O Prêmio Necton IFC chega, assim, como uma espécie de confirmação de uma trajetória que une formação profissional, pesquisa aplicada e extensão. Para Altevir, o reconhecimento dos pares reforça que o caminho seguido pela universidade está produzindo resultados. “A gente se sente reconhecido pelo trabalho que faz. O prêmio é uma consolidação desse processo e mostra que estamos no caminho certo. E nos permite sonhar em conquistar coisas maiores”, conclui.

Fonte: Unioeste

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