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Policial que matou oito pessoas em Céu Azul e Toledo, cometendo suicídio em seguida, não será velado

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Por Fernando Braga

O policial militar que matou oito pessoas em Céu Azul e Toledo na noite de quinta-feira para sexta-feira, tirando a própria vida em seguida, não será velado. O corpo de Fabiano Junior Garcia será encaminhado direto para o sepultamento e o enterro está prevista para logo mais às 17h30, no cemitério Jardim da Saudade, em Toledo.

A esposa Kassiele Moreira e os filhos Kamili, de 08 anos, e Miguel, de 04 anos, serão velados em São Pedro do Iguaçu. A filha mais velha, Amanda Garcia, de 12 anos, filha de um relacionamento anterior, Irene Garcia, de 79 anos, mãe do policial, e Claudiomiro Garcia, de 50 anos, seu irmão, serão velados na Igreja Católica da Vila Pioneiro.

Outras duas pessoas que foram mortas pelo Soldado Garcia e que não possuem parentesco com ele são Kaio Felipe Siqueira da Silva, de 17 anos, e Luiz Carlos Becker, de 19 anos. Luiz tem o velório previsto para acontecer às 18h30 no pavilhão na Igreja Católica do Jardim Planalto. Quanto a Kaio, não recebemos ainda informação sobre seu velório.

O caso ganhou repercussão nacional e deixou a Polícia Militar do Paraná e os moradores do Estado consternados. O Soldado Garcia, que atuava no 19º Batalhão de Polícia Militar, esteve em um imóvel rural em Céu Azul e em diversos pontos na cidade de Toledo onde cometeu a matança. Segundo áudio que ele deixou gravado, o motivo seria a desilusão com o relacionamento, uma vez que a esposa queria romper com ele.

A Secretaria de Segurança Pública do Estado do Paraná divulgou a seguinte nota:

“A Secretaria da Segurança Pública lamenta o caso ocorrido em Toledo e Céu Azul e informa que as Polícias Civil, Militar e Científica não medirão esforços para apurar a motivação dos fatos.

Foi instaurado inquérito policial nas delegacias de ambas as cidades (Toledo e Céu Azul). Perícias foram realizadas nos locais e equipes de investigação seguem na coleta de informações e realizam diligências para concluir o caso.

Segundo a Polícia Militar, o policial, que prestava serviços no 19º Batalhão, em Toledo, não tinha histórico que pudesse indicar problemas psicológicos.

 A Secretaria ressalta ainda que conta com o Programa de Atenção Psicossocial (PRUMOS), implantado em todo o Estado, desde 2020, para oferecer atendimento psicossocial a servidores e familiares. Neste caso, as equipes do PRUMOS de Foz do Iguaçu e Toledo já estão atuando no suporte à família das vítimas. Além disso, uma equipe da capital também irá para a região para fornecer todo o apoio necessário”.

Leia também: Novas informações revelam detalhes da chacina cometida por policial em Céu Azul e Toledo

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