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Pesquisador da Unioeste/Toledo tem projeto de pesquisa selecionado pela Fundação Araucária

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Foto: Unioeste

A poda de árvores em áreas urbanas é essencial por razões de segurança, funcionalidade, saúde das plantas e estética, e gera um grande volume de material. Sendo assim, faz-se necessário adotar medidas apropriadas para sua destinação. O pesquisador Edson Antonio da Silva, da Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste), campus de Toledo, propôs uma alternativa para a destinação desses resíduos de uma espécie comum na região Oeste do Paraná, e teve seu projeto de pesquisa selecionado para financiamento pela Fundação Araucária. 

A aprovação na chamada pública viabiliza a realização do estudo, que tem como objetivo analisar a reutilização desses resíduos para a extração de diferentes compostos presentes nas folhas da Nectandra megapotamica, popularmente conhecida como Canelinha. 

“Este projeto tem como objetivo não apenas a recuperação de compostos bioativos das folhas de Nectandra megapotamica, mas também o aproveitamento do resíduo sólido gerado durante a extração para a produção de biochar (carvão vegetal). Essa abordagem integrada visa maximizar o valor dos resíduos vegetais, contribuindo para práticas mais sustentáveis, eficientes e inovadoras no manejo de recursos naturais”, reforçou o pesquisador do curso de Engenharia Química. 

O Plano Estadual de Resíduos Sólidos do Paraná aborda a gestão dos resíduos sólidos urbanos, incluindo aqueles gerados pela arborização urbana. Contudo, o plano delega às prefeituras municipais a responsabilidade de estabelecer diretrizes específicas e implementar planos locais para o manejo adequado desses materiais. Assim, não existe uma base de dados consolidada que reporte, de maneira geral, o destino dos resíduos oriundos de podas de árvores nas áreas urbanas das cidades paranaenses. 

Dessa forma, ao atender aos requisitos exigidos pela Fundação Araucária, o pesquisador da Unioeste receberá um investimento no valor de 70 mil reais, o que garante a continuidade do estudo e seus resultados, com o intuito de valorizar e aprimorar o desempenho da pesquisa na universidade e propagar seus resultados para a comunidade. 

Atualmente, o projeto está em fase de coleta e preparo da matéria-prima para análise. O cronograma é composto por onze fases, divididas em etapas distribuídas ao longo de 24 meses. 

Fonte: Gustavo Vieira/Unioeste

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