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Dias 26 e 27 próximos terá início a desmobilização das atuais concessionárias que roubam o povo há 24 anos. Pelo que ficou acordado com os governos, e até que as novas empresas estejam habilitadas para assumir seus trechos das rodovias estaduais e federais, as cancelas das praças serão abertas para a passagem de veículos, sem cobrança.

Os usuários estão na contagem regressiva para se livrarem desse modelo de pedágio que só privilegiou as concessionárias e, claro, seus tutores, que hoje dão adeus a seus cofrinhos que devem estar estourando de tanta grana roubada. Claro que um pouquinho foi pago a alguns capa pretas, políticos, entre outros irmãos metralha. 

Guto Silva em Toledo – Cartão Futuro

Guto Silva em Toledo, durante visita em 2020. Foto: Arquivo

Toledo recebe nessa quinta-feira o chefe da Casa Civil do Governo do Paraná, Guto Silva, para falar sobre o Cartão Futuro. Esse cartão incentiva a manutenção de empregos e a contratação de jovens aprendizes por empresas paranaenses, onde o Governo paga uma parte do salário do aprendiz e, com isso, empresas de pequeno porte ou microempresas podem contratar os jovens. Ele e a comitiva do governo estarão às 10h15 no anfiteatro do PREMEN.

Guto Silva em Marechal Candido Rondon – Cartão Futuro

Nessa quarta-feira, 24, Guto Silva estará às 14h30 na Associação Comercial e Empresarial de Marechal Cândido Rondon, ACIMACAR, falando para uma grande leva de empresários convocados pela entidade para prestigiar esse benefício, uma vez que a entidade entende que o programa beneficiará os empresários rondonenses.

PLC 05 e os próximos passos

Depois de um longo e tenebroso inverno, se viu uma verdadeira guerra “democrática” no parlamento de Toledo. Metade dos legisladores contra o relatório da comissão especial nomeada para a PLC 05, e outra metade favorável. Bisognin, presidente sem qualquer receio, desempatou votando contrário ao relatório apresentado, passando assim a bola para uma nova análise do Projeto de Lei em outras comissões.

“Votei contra o parecer”

O presidente da Câmara, Leoclides Bisognin, teve que usar seu “voto de minerva” para desempatar e recusar o parecer contrário da comissão especial do Fapes. O projeto continuará sendo discutido, agora em uma nova comissão, para ser levado à plenária. “Não votei contra o projeto! Que isso fique bem claro”, disse o vereador, “dirão que estarei contra os servidores, e isso não é verdade, pois votei contra o parecer”.

Ameaça de greve?

A secretária-geral do Sindicato SerToledo, Marlene da Silva, disse depois da votação que não descarta um estado de greve. “Teremos outras assembleias, outras paralisações, e possivelmente chamaremos um estado de greve no serviço público municipal”, relatou sentindo-se ofendida com o resultado, e afirmou que os servidores são muito unidos e fortes para derrubar esse projeto.