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Parcialidade institucional e seletividade de memória

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Durante seu depoimento, o vereador e presidente da Câmara, Gabriel Baierle, adotou postura que chamou a atenção mais pela seletividade de respostas do que pelo conteúdo em si. Questionado reiteradas vezes pelo Judiciário e pela Promotoria, recorreu com frequência ao argumento do “não lembro”, inclusive sobre pontos centrais da tramitação legislativa.
Do ponto de vista jurídico-institucional, a conduta fragiliza a tese de defesa que tentou sustentar, sobretudo porque o presidente se mostrou ativo ao citar agentes da atual gestão, mas omisso ao explicar por que vereadores da legislatura anterior, com plenas condições regimentais, emitiram parecer favorável sem qualquer emenda corretiva. A omissão não é neutra: revela tratamento desigual dos fatos.

O dever de coerência do presidente da Câmara

Causou estranheza a declaração de “surpresa” do presidente da Câmara diante da denúncia, quando o próprio depoimento confirma que não houve apresentação de emendas, nem na Comissão de Constituição e Justiça, nem em plenário, apesar do discurso recorrente de que “havia intenção de corrigir o projeto”.
Juridicamente, intenção não substitui ato. Se havia consenso político e técnico sobre a necessidade de ajustes — especialmente relacionados às áreas chamadas de “ALIBE” — a omissão dos parlamentares da época não pode ser atribuída a terceiros. A tentativa de deslocar a responsabilidade para o cenário posterior ao afastamento não explica por que o problema foi tolerado antes, quando a base ainda era outra e o controle político estava consolidado.

Amnésia conveniente não afasta responsabilidade política

Ao afirmar que “o medo” teria inibido questionamentos após o afastamento, o presidente da Câmara acabou reforçando um ponto sensível: o silêncio legislativo anterior não decorreu de impedimento, mas de escolha política.
Mais grave ainda é o fato de que, enquanto detalhou supostos erros posteriores e mencionou assinaturas de secretários da nova gestão, não soube informar quem relatou o projeto nas comissões nem qual foi, exatamente, o teor dos pareceres favoráveis da legislatura passada.
No campo jurídico e político, a presidência da Câmara não pode ser seletiva: ou se apura todo o processo, ou se assume que houve conivência institucional. A ausência de respostas claras sobre o passado enfraquece qualquer tentativa de atribuir responsabilidade exclusiva ao presente.

Guto Silva consolida protagonismo e antecipa o debate sucessório

A presença do secretário estadual das Cidades, Guto Silva, em Toledo nesta terça-feira foi muito mais do que um anúncio de obras. Ao confirmar a liberação de R$ 47 milhões para a construção da Ponte Estaiada, ligando a Avenida Maripá ao entroncamento da 1º de Maio com a JJ Muraro, Guto deixou claro que atua hoje como liderança central do governo Ratinho Junior e já ocupa, de fato, o espaço de pré-candidato ao Governo do Paraná.

Em seu discurso, defendeu um projeto de sucessão com estabilidade, sem rupturas, gritos ou radicalismos. A mensagem foi direta: o Paraná não pode perder o ritmo de crescimento. Ao falar em continuidade, obras e planejamento, Guto sinaliza maturidade política e se coloca como nome capaz de conduzir a transição estadual com segurança, diálogo e foco em resultados.

Ponte estaiada: obra que nasce da iniciativa local e vira símbolo de gestão

A futura Ponte Estaiada de Toledo é exemplo claro de como boas ideias locais, quando encontram articulação política, saem do papel. O projeto nasceu da visão do empresário Pedro Pereira de Oliveira e ganhou musculatura política graças à forte capacidade de relacionamento do empresário Luiz Ferreira, especialmente junto ao secretário Guto Silva e, claro, os gestores de Toledo.

Mais do que uma obra de mobilidade, a ponte será um marco urbano: vai desafogar o trânsito em uma das regiões mais pressionadas da cidade e, ao mesmo tempo, se tornar um reconhecido cartão-postal turístico. Inserida em um pacote amplo que ultrapassa R$ 300 milhões em investimentos, incluindo asfalto urbano, estradas rurais e requalificação viária, a obra simboliza uma gestão estadual que aposta em infraestrutura como vetor de desenvolvimento.

Ao afirmar que o Paraná “caminha certo” e que Toledo ocupa papel estratégico nesse processo, Guto Silva não apenas anunciou recursos — assinou politicamente um compromisso com o futuro da cidade e reforçou sua imagem como liderança preparada para desafios maiores.

Planejamento que gera resultado, diz Mario Costenaro

Toledo soube ler o novo momento do Paraná. Com planejamento técnico, projetos bem estruturados e visão estratégica, o município passou a acessar investimentos que antes pareciam distantes. A mudança de postura do Estado, sob a liderança do governador Ratinho Junior, foi decisiva ao tratar regiões e municípios de forma equilibrada. Quem tinha projeto pronto, colheu resultado — e Toledo estava preparada, afirmou o prefeito.

Quando a confiança move a cidade

O avanço de Toledo passa, necessariamente, pela parceria entre poder público, empresários e o Governo do Paraná. A confiança do setor produtivo, das entidades e das lideranças locais deu sustentação a projetos robustos, que saíram do papel e viraram investimento. Mais do que obras, o que se consolida é um compromisso coletivo com o futuro da cidade. Nesse anuncio feito pelo secretário Guto Silva, prova toda essa consolidação de projetos.

Dilceu Sperafico confirma reconhecimento ao Estado e defesa do Oeste

Ao se manifestar durante a visita do secretário Guto Silva, o deputado federal Dilceu Sperafico fez um registro político importante: o Oeste do Paraná deixou de ser apenas região produtora para, finalmente, ser tratado como região estratégica. Sperafico destacou que, no passado, a cobrança era por infraestrutura precária; hoje, graças à mudança de visão do governador Ratinho Junior, os investimentos começaram a chegar de forma concreta e estruturada.

 Logística, produção e sucessão estadual

Na mesma fala, Dilceu Sperafico foi direto ao ponto: a maior região produtora de proteína do Paraná — e do Brasil — precisa de logística compatível com sua força econômica. Ao citar o apoio do Governo do Estado por meio de diferentes secretarias, o deputado reforçou que o Oeste exige soluções coletivas, regionais e contínuas. Ao final, fez um gesto político claro ao declarar apoio e desejar que Guto Silva seja o próximo governador, sinalizando alinhamento e leitura antecipada do cenário sucessório estadual.

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