As administrações dos prefeitos Lucio de Marchi, Beto Lunitti, José Carlos Schiavinatto, Derli Donin, Albino Corazza Neto, Luiz Alberto de Araújo e demais que antecederam aos citados, forjaram a cada período essa cidade maravilhosa chamada Toledo, 9ª economia do Paraná, que esbanja qualidade de vida.

Tirando as diferenças e os conflitos políticos, esses governantes eleitos a cada 4 anos em Toledo criaram uma união entre “Povo x Poder” e uma melhor definição de prioridades nas execuções de projetos e no desenvolvimento econômico, social e estrutural.  Vamos voltar a uns 37 anos atrás para refrescar a cabeça dos mais antigos militantes da política de Toledo, sobre a necessidade de haver um sincronismo na gestão do município de Toledo. Claro, é apenas uma “sinopse”, e não prestação de contas!

Ano de 1983

Foi isso que aconteceu lá atrás, quando Corazza implementou em Toledo a valorização das “incos”, abrindo portas aos pequenos empresários, revolucionando a geração de empregos e renda.

Ano de 1989

Depois, Luiz Alberto de Araújo teve seu destaque na moldagem do ser humano, através de uma educação de primeira e uma saúde pública de qualidade.

Ano de 1993

Novamente, Albino Corazza é reconduzido ao comando da prefeitura e, apesar das dificuldades econômicas enfrentadas na época, abriu as portas de Toledo para a instalação da então Fármaco (hoje Prati-Donaduzzi), da Fiasul e da Cervejaria Sul Brasil (hoje Colônia).

Anos de 1997 e 2004

Derli Donin teve a incumbência de retomar a credibilidade dos munícipes junto ao município e uma das estratégias foi de nos primeiros 4 anos focar na valorização dos imóveis, com resultados exuberantes. Sempre enalteço que para que isso acontecesse foi necessário à época, juntar as forças políticas de todos os partidos, independente de ideologias nas 3 esferas, para juntos, construírem o Centro de Eventos Ismael Sperafico, o Teatro Municipal, o Tecnoparque, as PCHs, o Aeroporto Luís Dalcanale Filho e tantas outras obras concluídas no seu segundo mando entre 2011 a 2004

Anos de 2004 a 2012

Depois, José Carlos Schiavinatto, com sua “mente de cimento”, como o chamavam, concretou partes de Toledo de forma sólida com uma administração revolucionária, pois exigia que seus secretários apresentassem projetos e deixassem seus telefones ligados 24 horas, uma vez que Restaurantes Populares, Parque do Povo, rotatórias e tantas outras obras não estariam dando esse ar de cidade planejada.

Ano de 2013

Beto Lunitti, com sua missão de pensar Toledo de forma diferenciada, teve como destaque em sua gestão a conquista do curso de Medicina para Toledo, através da melhor universidade do país, que é UFPR, com mais de um século de formação e que hoje atrai a Toledo o mundo de jovens e de inúmeros prêmios nacional.

Ano de 2017

Lucio de Marchi, hoje prefeito, enfrentou 4 inesperados problemas:

  1. Greve dos caminhoneiros (que colocou em risco a produção agro)
  2. Um longo período de seca
  3. Pandemia da Covid-19 que ainda perdura.
  4. Falta de um vice-prefeito

Pode-se afirmar que sua administração ficará marcada para a história como sendo a mais eficaz e resolutiva diante desses problemas acima citados, e por ter que enfrentar também o sinal de “alerta” dos gastos públicos que estavam acima do limite e por ter conseguido equilibrá-los. Destaca-se também, a grande quantidade de construção de novas malhas de asfalto na terrinha e de ter ele, reposto todas as reinvindicações dos servidores, que esperavam há anos.

Ano de 2021…?

O que podemos esperar para os anos próximos 4 anos?

Os prefeitos acima citados que foram reeleitos, deram bons resultados e nos respaldam a repetir?

Diante de tantas incertezas dos rumos de nossas economias é melhor mudar ou dar continuidade?

Depois desses breves fatos e relatos, faço um apelo aos mais de 98 mil eleitores de Toledo, cidade em que não se vê escândalos, desvios de verbas e muito menos gestores condenados, para que reflitam sobre esses diferenciais positivos que enaltecem os interesses público.