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O Dia dos Namorados deve movimentar R$ 1,64 bilhão

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O Dia dos Namorados é considerado a sexta data comemorativa mais importante do calendário varejista brasileiro, devendo movimentar, neste ano, R$ 1,64 bilhão.

O volume de vendas do comércio varejista para o próximo Dia dos Namorados deverá registrar alta de 1,9% em relação ao mesmo período do ano passado, já descontada a inflação. Confirmada essa expectativa da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), o resultado das vendas registrará a terceira alta consecutiva após amargar perdas durante a recessão econômica (-1,1% em 2015 e -4,9% em 2016, respectivamente).

O Dia dos Namorados é considerado a sexta data comemorativa mais importante do calendário varejista brasileiro, devendo movimentar, neste ano, R$ 1,64 bilhão.



Segmento de destaque 
Carro-chefe das vendas associadas à data, o segmento de vestuário e acessórios deverá registrar alta de 3,1% em relação à mesma data do ano passado. Esse ramo deverá movimentar R$ 611,0 milhões, ou seja, o equivalente a 37,4% da movimentação financeira total esperada. Na sequência, o segmento de hiper e supermercados tem expectativa de movimentação financeira de R$ 553,1 milhões (+1,8% em relação a 2018), e artigos de uso pessoal e doméstico, como eletroeletrônicos, podem faturar R$ 243,4 milhões (+2,2%, também na comparação anual).

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Estratégias 
Para a CNC, o varejo deverá continuar investindo em liquidações, oferecendo linhas de produtos a preços menores do que no mesmo período do ano passado, especialmente nos ramos de vestuário e cosméticos, tais como roupas femininas (-3,0%), tênis (-2,6%), artigos de maquiagem (-2,6%) e bolsas (-2,4%). Em contrapartida, os preços de serviços como excursões (+16,4%) estarão significativamente mais altos do que no mesmo período de 2018.

“Se por um lado o comportamento dos preços deverá garantir o terceiro crescimento anual consecutivo no faturamento real do varejo com a data, as condições de crédito, certamente, impedirão um avanço mais significativo das vendas”, aponta Fabio Bentes, economista-chefe da Confederação.  Fonte CNC.

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