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O agronegócio e a tecnologia revelam tendências para o futuro

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Por Dilceu Sperafico*

As descobertas e avanços das pesquisas são cada vez mais imprevisíveis, especialmente aos profissionais e cidadãos que não acompanham os progressos científicos, inclusive na tecnologia do agronegócio. Isso porque a convergência da tecnologia com diversos setores do mercado tem moldado nova era científica. O campo do agronegócio não poderia ficar de fora, principalmente com o potencial crescente das chamadas agrotechs.

Na América Latina o avanço vem abrindo novos caminhos para o desenvolvimento da agricultura com tecnologia mais recente. Isso resulta em inovações impressionantes quando a agricultura se encontra com a tecnologia. Traduzido do inglês, significa tecnologia agrícola ou uso de tecnologia na agricultura, horticultura e aquicultura com o objetivo de melhorar seu rendimento, eficiência e lucratividade.

A tecnologia agrícola pode ser produtos, serviços ou aplicações derivadas da agricultura que melhoram vários processos de entrada/saída. As soluções tecnológicas propostas por essa categoria de startup representam mais do que revolução na relação homem-campo, pois parte de necessidades eminentes. À medida que a demanda global por alimentos cresce exponencialmente, cabe ao setor agrícola abraçar inovações para produzir mais, melhor e, acima de tudo, de maneira mais sustentável e com bons resultados para produtores e consumidores.

Nascidas desse desafio, as agrotechs incorporam tecnologias de ponta para aprimorar todas as fases do ciclo agrícola. Suas tendências, segundo especialistas, prometem remodelar o futuro do agronegócio brasileiro. Das aplicações de Inteligência Artificial (IA) ao cultivo à agricultura de precisão, o setor irá navegar pelos novos padrões de sustentabilidade no campo que prometem impulsionar a ecoeficiência.

Entre essas novidades estão a IA aplicada nas práticas de cultivo, pois na era da agricultura 4.0, a inteligência artificial emerge como força transformadora. Utilizando algoritmos avançados e aprendizado de máquina, a IA proporciona análise abrangente de variáveis como solo, clima e histórico de cultivo. Isso permite a otimização das práticas agrícolas, resultando em decisões mais precisas e aumento da eficiência na produção. Já a agricultura de precisão cede lugar à personalização, com tecnologias avançadas mapeando e respondendo às variabilidades dentro de áreas de cultivo.

A agricultura de precisão utiliza tecnologias como GPS, sensores e drones para personalizar as intervenções no campo. Isso não apenas economiza recursos, minimizando desperdício, mas também maximiza os rendimentos. Como exemplo prático, temos o manejo varietal.

Para culturas diferentes, ou mesmo diferentes variedades dentro da mesma cultura, a agricultura de precisão pode orientar quanto a densidade de plantio, irrigação e fertilização específica para cada uma.

A irrigação inteligente será o manejo de água limpa recebendo tratamento mais inteligente, indo muito além do simples ato de irrigar. São incorporados elementos-chave da IoT (Internet das Coisas) e big data, com conectividade robusta e armazenamento em nuvem. Desse modo, sensores no solo e dispositivos IoT nas plantações monitoram em tempo real a umidade do solo, condições climáticas e necessidades hídricas das plantas. O agronegócio do futuro, portanto, nos reserva muitas surpresas, mas menos mal é que a maioria delas deverá ser de boas notícias para o produtor e a produção.

*Dilceu Sperafico é deputado federal pelo Paraná e ex-chefe da Casa Civil do Governo do Estado.

E-mail: dilceu.joao@uol.com.br

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