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Morre Oscar Schmidt, ‘Mão Santa’ maior ídolo do basquete brasileiro, aos 68 anos

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Foto-Theo-Wargo-Getty-Images-

Da Redação

Oscar Schmidt, considerado um dos maiores nomes da história do basquete brasileiro, morreu nesta sexta-feira, 17, aos 68 anos.

Na manhã desta sexta, ele passou mal e foi levado ao Hospital e Maternidade Municipal Santa Ana (HMSA), em Santana de Parnaíba, próximo de Alphaville, onde ele morava com a família. O motivo da morte não foi divulgado.

Oscar deixou a mulher, Maria Cristina, e dois filhos, Filipe e Stephanie.

A história de Oscar Schmidt

Oscar Daniel Bezerra Schmidt nasceu em 16 de fevereiro de 1958, no Rio de Janeiro. Ele ficou conhecido como “Mão Santa” por causa da precisão impressionante nos arremessos — especialmente de longa distância, muito antes da popularização da linha de três pontos.

Apesar de nunca ter jogado na NBA por escolha própria (ele preferiu manter sua carreira na Europa e no Brasil), é considerado um dos maiores pontuadores da história do basquete mundial. Ele marcou mais de 49 mil pontos na carreira, um número que poucos atletas na história do esporte coletivo chegaram perto.

Oscar brilhou em várias equipes, como Palmeiras, Sírio e clubes da Itália, onde teve grande destaque. Pela seleção brasileira, ele foi o líder técnico e emocional por décadas, participando de várias Olimpíadas, incluindo momentos icônicos como o duelo contra a seleção dos EUA em Seul 1988.

Ele também ficou marcado por uma decisão pessoal importante: recusou a NBA porque não queria abrir mão de jogar pela seleção brasileira — algo que, na época, era incompatível com o calendário da liga.

Depois da aposentadoria, em 2003, enfrentou um desafio sério: um tumor no cérebro. Ele passou por cirurgia e tratamento, e voltou a aparecer publicamente como uma figura de inspiração e resiliência.

Oscar Schmidt será lembrado não só pelos pontos e títulos, mas por ter ajudado a colocar o basquete brasileiro em um patamar mundial — e por ser uma das personalidades mais respeitadas do esporte no país.

“Mão Santa” é o apelido do ex-jogador de basquete brasileiro Oscar Schmidt.

Ele ganhou esse nome por causa da precisão absurda nos arremessos — parecia que a bola “entrava sozinha” quando saía da mão dele, principalmente em arremessos de média e longa distância.

Por que ele ficou tão famoso como “Mão Santa”?

Oscar era um ala com foco total em pontuação. Antes mesmo da popularização da linha de 3 pontos, ele já tinha um estilo de jogo baseado em arremessos de fora, movimentação constante e alto volume de pontos.

  • Um dos maiores pontuadores da história do basquete mundial (mais de 49 mil pontos na carreira)
  • Ídolo da seleção brasileira por mais de 20 anos
  • Participou de várias Olimpíadas, como Seul 1988 e Barcelona 1992
  • Recusou jogar na NBA para continuar defendendo o Brasil em competições internacionais

O que o apelido representa

“Mão Santa” virou quase sinônimo de alguém extremamente decisivo e preciso no esporte. No Brasil, quando alguém acerta muito em qualquer esporte de bola, ainda é comum ouvirem: “tá de Mão Santa”.

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