Momentos convergentes

Muito inteligente por parte dos comandantes do PSD de Toledo a realização de um ato político no município, onde foram colocados lado a lado prefeito derrotado e prefeito vencedor, para juntos alinharem com o representante do governo, Hussein Bakri, os projetos já anunciados, assim como ouvirem do líder do governo do Estado que Toledo será contemplado com o programa chamado “Viver Mais”, que construirá na cidade um condomínio com 40 casas voltado para idosos.

Momentos convergentes I

Bakri fez uma espécie de prestação de contas a pedido da direção do PSD de Toledo às duas maiores lideranças do município, onde agradeceu ao atual prefeito, Lucio de Marchi, pela parceria até agora, e, olhando nos olhos do prefeito eleito Beto Lunitti, firmou compromisso de que Toledo será respeitado e bem contemplado.

Momentos convergentes II

Lunitti, por sua vez, agradeceu ao PSD, especificamente a Adelar José Holsbach, por ter lhe convidado para esse evento de suma importância e de grande “convergência” para a política local. Beto disse ao líder do governo que desde quando participou de uma dinâmica chamada “um novo olhar para o Paraná”, apresentada na cidade de Guaíra pelo governador Ratinho Junior, que ele atesta e aprova essas inovações.

Momentos convergentes III

Olhando olho-no-olho do líder do governo na Alep, deputado Hussein Bakri, Beto Lunitti deu dois importantes recados. Primeiro: que as portas da prefeitura durante seu u mandato e do seu vice Ademar Dorfschmidt estarão escancaradas ao govenador. Segunda: que o governador Ratinho assuma o compromisso de conclusão das obras e da inauguração do Hospital Regional.

Marcos Zanetti no governo do Estado?

Um dos momentos inesperados do evento, foi quando Hussein Bakri teceu elogios ao vereador Marcos Zanetti e afirmou que ele, no próximo ano, estará compondo o Governo do Estado. Caso isso realmente venha a acontecer, dever-se-á aos comandantes do partido e, acima de tudo, pela qualidade de suas ações como homem público.

Assista a reunião completa nesse link:

https://www.facebook.com/GazetadeToledo/videos/2689020121347171

Mais de R$ 8 milhões na economia de Toledo

Será depositado nessa sexta-feira a segunda parcela do décimo terceiro dos servidores públicos de Toledo. Os 4.843 servidores públicos municipais – 3.605 da ativa e 1.238 aposentados e pensionistas – receberão em suas contas R$ 8,334 milhões. Valores esses que serão injetados na economia local.

69 municípios no Paraná foram fraudados em suas licitações

Os fraudadores agiam da seguinte forma: os empresários ou representantes das empresas que participavam das licitações reuniam-se antes do julgamento das propostas e decidiam quais empresas seriam as vencedoras das licitações promovidas pelos Municípios.

69 municípios no Paraná foram fraudados em suas licitações I

O “acerto” entre os empresários consistia na divisão, entre os interessados, dos lotes dos produtos licitados ou no pagamento de determinada quantia para que os concorrentes renunciassem à disputa.

69 municípios no Paraná foram fraudados em suas licitações II

Uma vez realizado o ajuste, as empresas que recebiam as vantagens para não participarem dos certames abandonavam a concorrência ou participavam ficticiamente das licitações apenas para conferir aparência de licitude à fraude. Vale a pena não só ressaltar, como também elogiar, Toledo por não fazer parte desses municípios vulneráveis, ou coniventes aos espertos.

Veja matéria completa nesse link:

Servidores foram “candidatos fictícios”?

Ao menos 80 candidatos a uma vaga no Executivo ou Legislativo municipais foram servidores públicos que são suspeitos de terem apresentado candidaturas fictícias. Essa é a conclusão inicial de averiguação conduzida pelo Ministério Público do Paraná, a partir do Centro de Apoio Operacional das Promotorias de Justiça de Proteção ao Patrimônio Público e à Ordem Tributária.

Servidores foram “candidatos fictícios”? I

Eles devem se desincompatibilizar de suas funções entre – em média três meses –, recebem licença remunerada, concedida pela administração pública e caso os servidores não tenham de fato realizado campanha durante o período de afastamento, na prática receberam dos cofres públicos de forma indevida – o que pode caracterizar ato de improbidade administrativa e crime de estelionato, situações que podem levar a sanções como a devolução integral dos valores recebidos no período de afastamento, multa civil e suspensão dos direitos políticos, além da pena de 1 a 6 anos de reclusão na esfera criminal.

Os indícios

O Caop do Patrimônio Público analisou as candidaturas de 3.171 funcionários públicos no estado (federais, estaduais e municipais). Foram avaliados três pontos principais:

  1. se candidato(a) recebeu 10 votos ou menos;
  2. se gastou apenas R$ 100,00 ou menos na campanha eleitoral (conforme prestação de contas apresentada à Justiça Eleitoral);
  3. e se não havia site ou rede social informada à Justiça Eleitoral como meio de comunicação a ser utilizado para a campanha (nos casos em que foi declarada a existência desses veículos, foi verificada pelo Ministério Público a não utilização dos mesmos para publicidade à candidatura).

Servidores foram “candidatos fictícios”? II

Todas as situações identificadas como possível candidatura fictícia de servidor foram relatadas às Promotorias de Justiça de Proteção ao Patrimônio Público, para conclusão das investigações nas respectivas comarcas. Nos casos em que for confirmada a fraude, os agentes do MPPR devem então propor as medidas judiciais para a responsabilização dos funcionários públicos.

Servidores foram “candidatos fictícios”? III

Nesse caso especificamente, quando comprovadas situações de fraude, com candidatas inscritas apenas para cumprir essa cota, todos os candidatos do partido podem ser comprometidos, com a cassação da lista de candidatos fraudada na cota de gênero. A Coordenadoria reforça que qualquer notícia de ilegalidade no processo das eleições deve ser levada às Promotorias Eleitorais. Os contatos podem ser acessados aqui.