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Mães com filhos pedindo dinheiro ainda é comum em Toledo

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Por Marcos Antonio Santos

Em um município do porte de Toledo, que possui o maior Valor Bruto da Produção (VBP) do Paraná, cerca de R$ 4,2 bilhões, projeta um orçamento de R$ 1 bilhão para 2024, tem bons números na geração de empregos e uma Secretaria de Assistência Social que oferece bons projetos, é de se espantar quando em frente de comércios da cidade nos deparamos com mães acompanhadas de filhos pequenos pedindo dinheiro e um prato de comida.

Pessoas mais atentas com certeza no último domingo, 3, pela manhã, próximo as portas de um supermercado no centro da cidade observaram uma mulher, com aparente fragilidade de saúde, suplicando por ajuda financeira. E ela estava sentada no chão com duas crianças pequenas, o que aumenta ainda mais esse quadro de profunda miséria.

A secretária municipal de Assistência Social, Solange Silva dos Santos Fidelis, disse que sempre que ocorrer situação como essa, de uma mãe pedindo ajuda financeira com filhos pequenos, e quando for em horário comercial, deve ser acionado o CREAS por meio do telefone: 3196-2630. “Em horário não comercial, acionar a Guarda Municipal no 153, que articulará com a equipe de Plantão do Abordagem Social para o atendimento, verificar-se-á se tratasse de pessoa residente em Toledo ou não, e orientações e encaminhamentos possíveis”.

De acordo com Solange Fidelis, pode ser que se trate de uma pessoa que já seja atendida pela rede de Assistência Social, ou não, e que somente tem como saber realizando o atendimento. “Nossa rede é conhecida pela população em situação de vulnerabilidade social, e sempre que seja atendida por alguma política, ocorre os encaminhamentos ao CRAS, para Cadastro Único, entre outras demandas para atendimento nas diversas políticas públicas”, afirma.

CADÚNICO: Recentemente a Secretaria de Assistência Social divulgou o trabalho desenvolvido nas seis unidades dos centros de referência de assistência social (CRAS) referente ao Cadastro Único para programas sociais. Até o mês de outubro, 8.118 famílias foram atendidas, proporcionando a diminuição da fila de espera para a realização do CadÚnico, que era de 3.249 pessoas no final de março de 2023, para 531 pessoas no início de setembro deste ano.

Ao analisar o número de entrevistas realizadas em cada CRAS e a capacidade de atendimento, a Secretaria informou que no momento não existe demanda reprimida. As famílias que procuram atendimento para atualização estão conseguindo agendar entrevistas em um prazo de 15 dias ou menos. Famílias sem Cadastro Único, por meio do Projeto Informar para Direitos, são orientadas sobre programas, serviços e projetos vinculados ao Cadastro Único, bem como os critérios de renda para cada um dos benefícios. Caso sejam perfil de renda, as famílias são encaminhadas para a entrevista e inclusão no sistema.

As famílias que se enquadram no CadÚnico devem atualizar o cadastro a cada dois anos ou em caso de mudança de renda ou endereço. Para quem recebe algum benefício, esse cadastro é atualizado anualmente.

Para se cadastrar no CadÚnico, as famílias precisam ter renda mensal no máximo de até ½ (meio) salário mínimo per capita (R$660,00). Famílias com renda acima desse valor, desde que a inclusão no CadÚnico seja para seleção de programas sociais.

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Edição nº2807 – 29/01/2026

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