Lúcio de Marchi na Central de Bioenergia e Biogás que está sendo implantada em Toledo. Foto: Divulgação

“Precisamos investir com urgência em nova matriz energética para garantir a viabilidade e expansão da economia de Toledo e região, baseada no agronegócio e na agroindústria, produzindo alimentos de qualidade e com sustentabilidade, para abastecer o mercado interno e exportar para o mundo inteiro. Somente assim vamos garantir mais renda, empregos, novas oportunidade de negócios e futuro promissor para o campo e as cidades”, afirma o ex-vereador, ex-presidente da Câmara Municipal, ex-prefeito de Toledo e pré-candidato a deputado estadual, Lucio de Marchi

Conforme ele, o tratamento de dejetos suínos, de frangos, bovinos e até humanos, que hoje é fator limitador do crescimento econômico e social, pode se transformar em nova e maior mola propulsora do desenvolvimento urbano e rural de Toledo e região, reduzindo o impacto dos resíduos no meio ambiente, cortando custos de produção e aumentando a renda de agricultores e oferecendo eletricidade, combustível e biogás mais baratos para consumidores do campo e das cidades.

“Os atuais dejetos que poluem o solo, rios e o ar, limitando a expansão do agronegócio, podem se tornar fonte de fertilizantes e energia elétrica de menor custo, viabilizando novos investimentos no campo e nas cidades, sem preocupações com a contaminação de recursos naturais e as limitações impostas pelo mau cheiro dos resíduos. Isso vai melhorar a renda do produtor e fomentar o desenvolvimento do agronegócio e o crescimento das cidades, com novos e maiores investimentos na produção e transformação de alimentos e matérias-primas”, prossegue Lúcio.

Segundo e ex-prefeito, Unidade de Bioenergia em implantação em Toledo é um exemplo de como se pode resolver esses problemas de maneira conjunta e com baixo custo, com empreendimento que será diferencial na economia do município e região. “O projeto não é mais apenas um sonho, pois já está se tornando realidade em Linha Flórida, no interior de Toledo, onde está sendo construída unidade piloto, em parceria com a CBiogás e Itaipu Binacional”, comemora Lúcio.

“Queremos levar a outros municípios essa ideia que começamos em 2017”, acrescenta o ex-prefeito, ressaltando a necessidade de investir em outros meios de aumentar a renda e diminuir os custos do produtor rural, elevados com a atual crise mundial e, dessa forma, mantê-lo não apenas na atividade, mas lhe garantir rentabilidade compatível com seu trabalho e a ampliação e diversificação de suas atividades.

Lucio lembra que o convênio para a construção da Unidade de Bioenergia foi assinado em 2018, sendo Toledo definido como município piloto. Depois houve a escolha da área e realizados os estudos necessários. A aquisição da área de 55mil m² aconteceu em 2019 e a primeira etapa da construção começou em 2020.

“O projeto está se concretizando e isso nos motiva a levar adiante essa ideia porque agrega tecnologia mais robusta e uma solução mais inovadora para essa questão do passivo ambiental, que é não apenas uma preocupação de Toledo, mas de todo o Oeste do Paraná, do País e do mundo”, comenta Lucio. Ele também ressalta que o dejeto é o limitador de crescimento e é necessário investir na questão de verdadeiro saneamento ambiental em escala industrial.

“Com tratamento de 100% dos resíduos, retirando problema do colo do produtor, de sua propriedade e levando novidade para indústria, para dessa forma agregar valor a este passivo, através da expansão do agronegócio, da implantação de novas indústrias de transformação de proteína animal, da geração de mais empregos, renda e tributos e aceleramento de nossa expansão econômica e social”, finaliza Lucio de Marchi.

Fonte: Assessoria