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Licitação e Compras do Huop adaptam rotina e fortalecem assistência durante pandemia

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Foto: Divulgação/Unioeste

2020 foi um ano diferente para diversos setores do Hospital Universitário do Oeste do Paraná (Huop). Desde março, novas rotinas foram implantadas e serviços ficaram em evidência, como por exemplo os setores de Compras e Licitação. O que era feito em sua maioria presencial, passou a ser feito de forma eletrônica. O ano fechou com 28 Pregões Presenciais, e 81 Pregões Eletrônicos. “Precisamos nos adaptar para que pudéssemos atender todas as necessidades de compra em um momento em que foi verificado muita dificuldade com relação aos produtos e preços por conta da pandemia”, diz a coordenadora do setor de Licitações, Letícia Gomes Pasa. 

O aumento do número de pregões no Huop acompanha o crescimento do atendimento na assistência. “Aumenta o atendimento e por consequência os materiais de consumo, e também as obras e adaptações que são realizadas no hospital. A licitação é responsável pela compra desde a caneta até os equipamentos mais caros, como um tomógrafo, por exemplo”, explica Letícia. 

Nesse momento da pandemia, o aumento do número de pregões também foi necessário devido a variação dos preços, principalmente de Equipamentos de Proteção Individual (EPI’s) e medicamentos. “Antes da pandemia era realizado o registro de preço por 12 meses, no entanto, o quantitativo aumentou de forma significativa e a variação de preço fez com que muito dos processos no edital precisassem ser feitos novamente, e isso em uma luta contra o tempo para que conseguíssemos abastecer o estoque com o necessário durante o período”, diz. 

Compras

Os processos de compra realizados pelo Huop adotam as diretrizes de controle interno e compliance, além dos órgãos de controle do estado e da própria Unioeste. Em 2020 adotou todas as premissas de transparência indicadas pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE-PR) para o período de pandemia. Além disso, as equipes do Compras e Licitação trabalharam junto aos setores de Patrimônio e Almoxarifado para manter os estoques em dia, possibilitando o trabalho sem registrar falta de medicamentos ou EPI’s, algo comum no passado. 

A aquisição de Equipamentos de Proteção Individual (EPI’s) e medicamentos, que antes eram realizadas em grandes quantidades em pregões, tiveram que ser feitas de forma emergencial por compra direta. “Houve uma variação de preços frequentes e muitos fornecedores relataram falta, por isso, a necessidade de dispensa de licitação e compra direta, feita de forma emergencial. Nos adaptamos nesse momento com fornecedores únicos, mas mantendo a qualidade da compra de materiais que estavam dentro do descritivo da padronização”, explica a responsável pelo setor de compras, Adriana Biscaia Barbosa Stucker. 

“A compra direta antes era realizada de forma esporádica, quando os materiais adquiridos não são comuns, no período a cada dois ou três meses. Agora com a pandemia, a compra direta teve que ser adotada com a aquisição de itens que são indispensáveis no hospital. A dispensa de licitação também foi significativa principalmente pela variação do preço. Houve muitas mudanças e muitas adaptações nesse momento”, explica Adriana.

Fonte: Assessoria

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