O objetivo é conhecer projetos estratégicos e tratar de parcerias.

O ministro da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, o astronauta Marcos Pontes, tem uma programação na usina de Itaipu, nesta segunda-feira (3), para tratar de várias parcerias com o Parque Tecnológico Itaipu (PTI).

Ele desembarca por volta das 9h30 no Aeroporto Internacional de Foz do Iguaçu e segue para a usina. Na binacional, será recepcionado pelo diretor-geral brasileiro, general Joaquim Silva e Luna. Na sequência, no 6º piso do Edifício da Produção, haverá uma apresentação do diretor técnico executivo, Celso Torino, sobre o plano de atualização tecnológica da usina. Por volta das 11h15, o ministro fará uma visita técnica à hidrelétrica.

Às 13h30, após o almoço com convidados e diretores do PTI e Itaipu, haverá deslocamento para o Edifício das Águas, onde o general Eduardo Garrido, diretor-superintendente do parque, fará uma apresentação sobre o potencial da estrutura que administra.

Entre os temas abordados estão propostas de inovação, como a parceria com o Sebrae com ênfase em agroenergia no Laboratório de Inteligência Artificial, além do credenciamento da Fundação PTI-BR como unidade EMBRAPII.

Em seguida, a comitiva segue em visita ao PTI, passando pelo Centro de Estudos Avançados em Segurança de Barragens (Ceasb), Centro de Estudos Avançados em Proteção de Estruturas Estratégicas (Ceape) e Laboratório Vivo de Cidades Inteligentes.

Por volta das 14h45, haverá deslocamento ao Centro de Mobilidade Sustentável e Programa de Veículos Elétricos da Itaipu, onde, além de conhecer o espaço, o ministro visitará o Laboratório de Baterias de Sódio. Encerrando a agenda, o ministro atenderá a imprensa.

A Itaipu

Com 20 unidades geradoras e 14 mil MW de potência instalada, a Itaipu

Binacional é líder mundial na geração de energia limpa e renovável, tendo

produzido, desde 1984, mais de 2,7 bilhões de MWh. Em 2016, a usina

brasileira e paraguaia retomou o recorde mundial anual de geração de

energia, com a marca de 103.098.366 MWh. Em 2018, a hidrelétrica foi

responsável pelo abastecimento de aproximadamente 15% de toda a energia

consumida pelo Brasil e de 90% do Paraguai.