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Itaipu e Kimono Amigo Judofoz vão capacitar 800 estudantes em Foz do Iguaçu

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O convênio de Itaipu Binacional assinado com a Associação Esportiva Judofoz vai ajudar o Programa Kimono Amigo, do Instituto Judofoz, a expandir o número de crianças e adolescentes atendidos pela entidade. A proposta é duplicar a quantidade de polos, de quatro para oito, e atender 800 estudantes até o final de 2028. O investimento da Binacional na iniciativa é de R$ 4.580.252,00. A parceria tem duração prevista de cinco anos.

Com o investimento, será possível fazer a manutenção do projeto, trabalhar os conceitos relacionados à educação e desenvolver não somente o aprendizado dos golpes característicos do esporte, mas também aplicar as técnicas e as táticas da modalidade no auxílio ao desenvolvimento humano, para que os atletas se tornem faixas pretas dentro e fora dos tatames.

“Este é mais um bom investimento de Itaipu”, diz o diretor-geral brasileiro da Binacional, Enio Verri. E explica: “Mais que um esporte ou uma luta, o judô é uma arte marcial que pode modificar comportamentos, melhorar a autoestima e aumentar o respeito pelo próximo. Não por acaso, as promoções, dentro do judô, consideram não apenas o uso das técnicas da luta, mas também o caráter moral e o comportamento do(a) atleta em competições. Nossas crianças e adolescentes, especialmente das faixas vulneráveis, merecem essa oportunidade de aprendizado”.

O gestor do convênio por Itaipu, Waldemar Pilger, afirma que os investimentos em projetos que trazem o esporte a jovens em situação de vulnerabilidade conseguem melhorias no sentido de melhorar as oportunidades de vida para atletas e familiares. “O esporte deve fazer parte da educação, porque é um fator de aproximação e de aprendizado social”, conclui.

Para o coordenador do projeto, Josmar Gouveia Couto, a nova parceria vem com o propósito de manutenção do programa existente e principalmente ampliação da quantidade de polos e alunos atendidos, permitindo atender mais pessoas com um serviço gratuito de qualidade em várias áreas de vulnerabilidade em Foz do Iguaçu.  Ele explica que “o projeto proporciona à comunidade iguaçuense um serviço de qualidade e compromisso social, que vai muito além do esporte, no qual são trabalhadas atividades complementares buscando a formação do(a) cidadão(â) embasado na educação física, moral e intelectual dos(as) alunos(as).

Foto: Divulgação/Judofoz

Aumento gradativo

O aumento da participação será gradativo. Dos 500 alunos(as) atendidos(as) hoje, o compromisso é ampliar o número de participantes para 575 até o final deste ano. Em 2025, aumentar para 650 judocas; em 2026, 725 alunos(as); em 2027, 775; e, até junho de 2028, serão 2000.

Para ser beneficiário do Programa Kimono Amigo Judofoz, os(as) participantes em idade escolar devem estar frequentando assiduamente uma instituição de ensino e entregar o boletim escolar no final de cada bimestre ou trimestre.

Também é proposta do projeto trabalhar fortemente para melhorar os resultados esportivos da entidade, com o aumento de quantidade de medalhas e participação em eventos nacionais.

Caso de sucesso

Sofia Tegner, 16 anos, pratica judô desde 2016. E adora. O esporte a ajudou muito a se familiarizar com a cidade, para onde havia se mudado recentemente com a família. Depois de se dedicar bastante ao esporte, participou de vários campeonatos e ajuda a instituição com aulas voluntárias para crianças menores. Hoje, ela é faixa marrom e, dentro de dois anos, o sonho é conquistar a faixa preta. “O esporte me ajudou nos relacionamentos e na disciplina no dia a dia, não só no tatame, mas também na vida pessoal”, conta.

Sofia Tegner. Foto: Andre Anjos/Federação Paranaense de Judô

De aluno a professor

Vitor Gravenhagen, de 23 anos, pratica Judô há 14 anos. Ele iniciou a trajetória no esporte aos 9 anos de idade, quando morava na região do Jardim São Paulo, em 2010 com o coordenador do instituto, o sensei Josmar. Já aos 12 anos, tornou-se campeão paranaense pela primeira vez. De lá para cá, acumula 25 títulos paranaenses e 3 títulos nacionais – dois individuais e um por equipe. Também ganhou três medalhas de bronze em disputa nacional, duas individuais e uma por equipe.

Em 2018, ingressou na seleção brasileira de base e participou do mundial escolar, no qual conquistou o vice-campeonato mundial. Aos 18 anos de idade, tornou-se faixa preta. No mesmo ano, iniciou a faculdade de Educação Física. O objetivo era ser sensei. Depois de concluir a faculdade, fez uma pós-graduação de ABA aplicada a pessoas com autismo. “O judô foi fundamental na minha vida, pois me direcionou em vários caminhos e me incentivou a melhorar a minha vida”, reflete.

Vitor Gravenhagen. Foto: Divulgação/Judofoz

Sobre o Instituto

O Judofoz é uma das entidades do judô social que mais crescem no Brasil. O instituto, além dos polos parceiros, oferece uma sede própria com área total de 1.500 m², com 700 m² de área construída climatizada, com tatames olímpicos, academia de musculação, sala de avaliação física e equipamentos de alta qualidade. A infraestrutura oferecida é uma das mais modernas do Paraná e do Brasil.

A entidade é referência nacional de gestão para judô social, qualidade técnica e infraestrutura. O instituto mantém um ônibus próprio para participação dos(as) alunos(as) em eventos, festivais e competições e uma camionete e um carro para apoio aos polos e ações desenvolvidas pela instituição.

O Instituto Judofoz conta com oito faixas pretas em Judô, dois deles graduados em terceiro Dan (grau), dois com graduação segundo Dan e quatro graduados de primeiro Dan. A entidade conta ainda com oito faixas marrom e roxa, dos quais cinco são formados em Educação Física, um deles pós-graduado em eventos e metodologias aplicadas ao judô, três graduados em Intervenção ABA Aplicada ao Transtorno do Espectro Autista (TEA) e um mestre em fisiologia do exercício, além de mais dois acadêmicos.

São metas do Kimono Amigo Judofoz ter, em 2024, 15 atletas entre os melhores do Paraná e quatro no Sul do Brasil.  Depois deste ano, o desafio será manter no mínimo 20 atletas entre os melhores do Paraná, cinco do sul do Brasil e dois entre os 20 melhores do Brasil.  Até 2028, contar com 30 atletas entre os cinco melhores do Paraná, 10 entre os 50 melhores do Sul do Brasil e cinco entre os 20 melhores do Brasil.

Para a entidade, o judô é uma ferramenta de transformação social, que promove a educação física, moral e intelectual dos praticantes, formando um(a) cidadão(ã) completo(a) para a sociedade.

Com um trabalho diferenciado, promove um programa de formação continuada para professores e monitores, dando oportunidade e compartilhando experiências profissionais únicas, com os melhores professores e técnicos do Brasil.

Fonte: Assessoria de Imprensa da Itaipu Binacional

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Edição nº2806 – 28/01/2026

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