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Itaipu celebra nascimento de filhote de gato-maracajá

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Foto: Caroline da Silva

Procriação do felino da espécie Leopardus wiedii, no Refúgio Biológico Bela Vista (RBV), na primeira semana de maio, é importante para o programa de reprodução de espécies ameaçadas da Itaipu

Uma nova esperança para a conservação da fauna paranaense surgiu no Refúgio Biológico Bela Vista (RBV), mantido pela Itaipu Binacional: o nascimento de um filhote de gato-maracajá (Leopardus wiedii). O pequeno felino macho, batizado de Maracujá, nasceu no dia 9 de maio e representa um importante avanço para o programa de reprodução de espécies ameaçadas da Itaipu.

A médica veterinária da Itaipu Binacional, Aline Luiza Konell, que acompanha de perto o desenvolvimento do filhote, destaca a relevância do nascimento. “Estamos muito felizes com a sua chegada. O gato-maracajá é classificado como ‘em perigo’ no Livro Vermelho da Fauna Ameaçada do Paraná, conforme estudo do Instituto Água e Terra (IAT) publicado em 2024”, explica Konell. “Cada novo indivíduo nascido sob nossos cuidados é uma vitória para a biodiversidade.”

Foto: Caroline da Silva

O filhote é fruto da união de um animal residente no RBV com um gato-maracajá de vida livre, que foi resgatado pelo Parque Ecológico da Klabin (PEK) em Telêmaco Borba (PR) e posteriormente integrado ao programa de conservação da Itaipu. “Essa parceria [com a Klabin] foi de extrema importância,” ressalta Aline Konell. “Quando pensamos em reprodução de espécies, nosso foco não é apenas em número, mas fundamentalmente na qualidade genética. A junção desses dois felinos resultou em um animal com um background genético muito bom, o que significa um filhote potencialmente mais forte, saudável e com maior possibilidade de, futuramente, ser considerado para programas de reintrodução à natureza.”

O gato-maracajá é um felino de hábitos predominantemente arborícolas. “Ele tem uma incrível facilidade para escalar árvores, permanecendo a maior parte do tempo no extrato superior das florestas”, detalha a veterinária. Sua dieta é carnívora, alimentando-se de pequenos animais, como aves, roedores (ratos, camundongos, preás) e gambás.

O filhote está sob cuidados da mãe em um recinto do RBV, onde permanecerá em observação por cerca de seis meses.

Em junho no ano passado, O Governo do Estado do Paraná atualizou a Lista de Espécies da Fauna Ameaçada no Estado. O levantamento incluiu 330 espécies, das quais 46 podem ser encontradas no Refúgio Biológico Bela Vista. O gato-maracajá é considerado, nessa lista, “em perigo”, ou seja, risco muito alto de extinção na natureza.

Sobre o Refúgio Biológico Bela Vista (RBV)

O RBV é uma unidade de conservação criada e mantida pela Itaipu Binacional, com uma área de 1.920 hectares na margem brasileira do reservatório. O local desempenha um papel crucial na conservação da flora e fauna regionais, pesquisa científica, educação ambiental e reprodução em cativeiro de espécies ameaçadas, visando à proteção da biodiversidade.

Sobre a Itaipu Binacional

Com 20 unidades geradoras e 14 mil megawatts de potência instalada, a Itaipu Binacional é líder mundial na geração de energia limpa e renovável. Desde o início de suas operações, em 1984, já produziu mais de 3 bilhões de megawatts-hora.

A Itaipu tem como missão empresarial gerar energia elétrica de qualidade com responsabilidade social e ambiental, contribuindo para o desenvolvimento sustentável no Brasil e no Paraguai. Mais do que uma usina, Itaipu é um agente de transformação, com ações que integram sustentabilidade, inovação e compromisso com as pessoas.

Fonte: Assessoria de Imprensa da Itaipu Binacional

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Edição nº2809 – 18/02/2026

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