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“Investimentos em infraestrutura podem ajudar Paraná a ser a 3ª economia do País”, defende Sandro Alex

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Foto: assessoria

O Paraná pode alcançar o posto de terceira maior economia do Brasil e superar Minas Gerais em uma perspectiva de longo prazo. Essa é uma das principais defesas da campanha de Sandro Alex, do PSD, ao Governo do Estado.

A continuidade dos investimentos em infraestrutura, que foram intensificados a partir de 2019, é fundamental para essa projeção. As obras estruturantes são estratégicas porque promovem tanto impacto econômico imediato, durante sua execução, como também por conta dos ganhos de eficiência e dos menores custos que são conferidos ao setor produtivo.

Dois exemplos recentes são a Ponte de Guaratuba, que já injetou R$ 368,6 milhões no Produto Interno Bruto (PIB), e a nova concessão, com obrigação das concessionárias executarem 1,8 mil quilômetros de duplicações e mais de R$ 60 bilhões em obras.

“Entendemos a importância de se investir bem para crescer de maneira eficiente e sustentada. Os investimentos em infraestrutura podem ajudar Paraná a ser a 3ª economia do País, estamos convictos disso. Estamos fechando um ciclo de oito anos em que dobramos o PIB que recebemos, saindo da casa dos R$ 400 bilhões para os R$ 800 bilhões, fruto de muito trabalho, planejamento, o que gera confiança do setor produtivo”, afirma Sandro Alex.

Foto: assessoria

“E agora o nosso Plano de Governo foi orientado com essa visão. Queremos construir pontes, consolidar parcerias e ampliar programas, gerando novos negócios em todas as cidades. Com a velocidade que Ratinho Junior imprimiu nos últimos anos e mais o que idealizamos para o futuro, queremos evoluir a ponto de alcançar Minas Gerais, mesmo com menos área e população. O Paraná é uma potência que pode crescer de maneira acelerada se continuar no rumo certo”, complementa o candidato.

A gestão do PSD já tem promovido o maior volume de investimentos da história do Paraná. Em 2019, por exemplo, foram R$ 2,5 bilhões empenhados pela gestão estadual em aplicações de todos os tipos, o que inclui a infraestrutura. Já em 2025, o valor saltou para R$ 7,2 bilhões, crescimento de 188%.

Nesse período, foi possível tirar obras aguardadas há décadas pela população paranaense, como a restauração em concreto da PRC-280, no Sudoeste; a duplicação da PR-445, na região de Londrina, e a duplicação da Rodovia dos Minérios, na Região Metropolitana de Curitiba (RMC); o Trevo Catuaí (Maringá), o Viaduto do Bradesco (São José dos Pinhais), o Viaduto da PUC (Londrina); a pavimentação em concreto entre Palmeira e Ponta Grossa (Campos Gerais), entre outras.

De olho em tecnologia

Outros potenciais podem ajudar o Paraná a alcançar Minas Gerais nos próximos anos: maior exploração nos segmentos industriais de produtos farmacêuticos, borracha e plástico, metalurgia, equipamentos de comunicação, equipamentos para distribuição e controle de energia elétrica e bombas e compressores. Uma das ideias do plano é justamente atrair data centers sustentáveis e empresas da chamada economia digital, principalmente voltadas para IA.

Ao mesmo tempo, os ramos manufatureiros tradicionais, como as indústrias de alimentos, bebidas, máquinas e equipamentos para a agricultura, automotiva e biocombustíveis podem ser potencializados.

“O Paraná já é um dos principais produtores de alimento do mundo, com liderança em setores como avicultura e piscicultura, vice-liderança na produção de suínos e grãos, setor de bebidas consolidado e o segundo maior polo automotivo do Brasil. Nos últimos anos apostamos na industrialização e atraímos mais de R$ 400 bilhões. Queremos ampliar esse trabalho”, afirma Sandro Alex.

Outro setor em potencial que pode contribuir para o Paraná chegar ao terceiro PIB brasileiro é o de serviços, principalmente os ramos de tecnologia da informação, transportes, alojamento e alimentação. O turismo, aliás, tem sido utilizado de maneira estratégica para o incremento da economia paranaense, resultando no aumento no número de empregos e de visitantes estrangeiros, chegando a mais de 1 milhão em 2025.

Fonte: assessoria

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